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Que certeza deve guiar a vida do cristão? 2Co 12:9, 10.(9 E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.

10 Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.) Como podemos aplicar esse princípio à nossa vida, especialmente em tempos de angústia?

Norman Cousins, autor de um livro chamado Anatomia de uma Enfermidade, foi editor de uma revista popular nos Estados Unidos por cerca de trinta anos. Em 1964, ele foi abatido por uma doença que afetava seu colágeno, o tecido conjuntivo do corpo. Ele sofria muita dor, tinha dificuldades para mover os dedos, os membros, até mesmo a mandíbula.

Ele achava difícil até virar-se na cama. Enquanto isso, começaram também a se formar protuberâncias por todo o seu corpo. Quando foi feito o diagnóstico, os médicos prescreveram todos os tipos de medicamentos e sedativos para a dor, como aspirina, codeína e outras drogas, inclusive muitos diferentes comprimidos para dormir. A certa altura, o corpo de Cousins começou a ter uma reação aos medicamentos, e sua pele ficou cheia de urticárias ainda mais dolorosas que a própria doença. As coisas pareciam ruins para Norman, especialmente porque só um entre aproximadamente quinhentos pacientes se recupera dessa doença.

Finalmente, já intoxicado por todos esses medicamentos e seus efeitos colaterais, ele começou a assistir a alguns filmes engraçados de um show popular de TV chamado Câmera Indiscreta. Na cama, ele ria e ria das palhaçadas. Quase imediatamente, ele notou uma mudança. Quanto mais ele ria, mais bem ele se sentia. Às vezes, a enfermeira lia histórias humorísticas que o faziam berrar de divertimento. Com o passar do tempo, os testes mostraram que ele estava melhorando. Em pouco tempo, as protuberâncias de seu corpo começaram a diminuir, e ele voltou ao seu emprego. Em seguida, o homem que achava difícil até se virar na cama estava jogando tênis, golfe, montando a cavalo e tocando piano!

Embora ninguém esteja dizendo que o riso é a solução para todos os nossos problemas médicos, não existe dúvida de que uma boa atitude pode ter impacto positivo sobre a saúde.

Frequentemente, a atitude é algo que, se você quiser, pode controlar realmente, não é verdade? Qual é sua atitude em geral? Como você pode aprender a ser mais otimista? Como o hábito de olhar para a cruz e o que ela revela sobre Deus o ajuda a ter uma perspectiva mais positiva sobre a vida?Fim. "***No seculo 16, o escritor francês François Rabelais, autor das epopéias heróico-cômicas “Gargantua” e “Pantagruel”, já acreditava que o riso era o caminho para aliviar o sofrimento. No século 20, o teórico russo Mikhail Bakhtin, analisando a Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento a partir do contexto de Rabelais, dizia que o riso tinha uma importância e amplitude considerável nestes dois períodos históricos.

  • Para Bakthin, Rabelais foi o grande porta-voz do riso carnavalesco popular na literatura mundial. Entendia-se como riso *"carnavalesco" o riso popular ambivalente que expressava uma opinião sobre o mundo em plena evolução no qual estão incluídos os que riem.

No século 21, o riso continua sendo considerado como um ótimo método para evitar o mau-humor e outras doenças, como observa a médica psiquiatra Andréia Lígia Vieira Correia, professora da disciplina de psiquiatria da Universidade Federal da Paraíba e das Faculdades de Ciências Médicas, e mestre em Neuropsiquiatria pela Universidade Federal de Pernambuco. Se a presença do riso significa algo bom, inteligível e alegre, a ausência dele pode representar a existência de uma doença cada vez mais freqüente na sociedade pós-moderna, explica a psiquiatra.“O contrário do sorriso, o mau-humor, é uma doença chamada Distimia. Portanto, a impossibilidade de sorrir deve ser tratada”, afirma. “O riso possibilita melhorar o sistema imunológico, melhora a circulação e a respiração, diminui o estresse, aumenta a criatividade e produtividade, suaviza a dor e é um importante mecanismo de interação social. O riso ainda é capaz de nos fazer superar dores, adversidades, sintomas negativos e dar uma qualidade de vida melhor à pessoa que o utiliza”, enfatiza a médica.

As oportunidades de rir não nos faltam. Sejam de nós mesmos, dos amigos, dos desconhecidos. Também somos provocados a rir através de filmes, livros, espetáculos de teatro ou qualquer outra manifestação artística. Quem nunca riu diante de Charlie Chaplin, de textos de Ariano Suassuna, assistindo a uma peça de commedia dell’arte ou de um palhaço?

Para Fabíola Morais, concluinte de especialização em representação teatral na Universidade Federal da Paraíba, onde está investigando risível, o teatro se apropria do riso para se tornar completo. “A commedia dell’ arte é o auge do riso assim como o palhaço, sendo o avesso do homem, é o seu maior símbolo”, observa. E continua. “Funciona como um elemento que adormece o sentimento e faz surgir a razão, pois o riso é pura inteligência. No teatro, só ri de uma situação aquele que a compreendeu. Não há riso sem humanidade e ele nunca vai deixar de existir”, sentencia Morais.

Além de ser um elemento fundamental para algumas expressões teatrais, o riso também proporciona benefícios físicos, psicológicos e sociais ao homem, alerta a médica psiquiatra Andréia Ligia.

“O riso faz trabalhar os músculos, melhora a oxigenação, estimula a circulação sanguínea, etc. Mas psicologicamente o riso tem uma importância fundamental, pois traduz um sentimento interno, que pode ser de alegria, bem-estar, ou de angústia se for um sorriso sarcástico”, diz a médica.

A psiquiatra afirma ainda que o serve também para minimizar o impacto da raiva. “Mesmo quando sorrimos apesar de não gostarmos do que estamos vendo, por exemplo. Finalmente, o riso esclarece a todos e traduz um bem estar interno, que hoje já sabemos que possibilita “contaminar” as pessoas ao redor”. Seja nas artes ou na medicina, o riso sempre revela o estado de espírito de quem rir. E esta é a razão por ele ser tão necessário em tempos pós-modernos. “Hoje está bem estabelecido a utilidade do riso como coadjuvante terapêutico, principalmente em doenças graves e crônicas” afirma Andréia Lígia.

“Na nossa prática, notamos que o paciente que tem a capacidade de sorrir supera de modo mais fácil as dificuldades. Por outro lado, a depressão, que muitas vezes só aparece como mau-humor, dificulta a recuperação dos nosso pacientes”, conclui a médica." Postado por Calina Bispo .

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