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Olhos antirreflexivos.


Um dos grandes objetivos da indústria óptica é a criação de superfícies antirreflexo perfeitas. Isso possibilitaria fabricar telas, monitores e óculos que não refletem, independentemente da presença de luzes incidentes de qualquer ângulo. Sistemas antirreflexivos até já existem, mas nenhum deles se compara ao revestimento antirreflexo dos olhos multifacetados das mariposas, dos quais elas dependem para sobreviver.

Qual o segredo da tecnologia dos olhos desses pequenos insetos? Segundo informações do site Inovação Tecnológica, essa visão perfeita depende de minúsculas protuberâncias, menores do que o comprimento de onda da luz, que formam uma estrutura ordenada sobre a superfície dos olhos das mariposas. Essa nanoestrutura natural cria uma transição suave entre os índices de refração do ar e a córnea, resultando em um índice de reflexão da luz praticamente igual a zero.

Em óculos, telefones celulares, ou em painéis de carros, as superfícies transparentes somente são úteis se permitirem a visualização sem refletir a luz de volta. Inspirados no olho da mariposa, os pesquisadores estão desenvolvendo um revestimento nanoestruturado que será muito útil.

A funcionalidade perfeita observada na natureza continua servindo de modelo para as invenções humanas. Curiosamente, quando se observa o registro fóssil, pode-se notar que essa complexidade sempre esteve presente. Em que laboratório ela foi criada? Como depende de inteligência para ser projetada, quem fez isso? Os primeiros versos do livro bíblico de Gênesis têm a resposta mais coerente.

Michelson Borges

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Antenas de luz.

Elas têm pequenas antenas capazes de captar a luz do Sol e transformá-la em energia química, e fazem isso com altíssima eficiência. Se você pensou em algum tipo de dispositivo eletrônico ou nessas placas usadas para abastecer de energia solar as residências, errou. Estou falando das bactérias verdes e suas antenas chamadas clorossomos.

Uma equipe internacional de cientistas desvendou a estrutura da clorofila nas antenas dessas bactérias. O clorossomo é uma verdadeira antena biológica e pode conter até 250 mil moléculas de clorofila. O que os pesquisadores estão tentando fazer é imitar as plantas, as algas e as bactérias para criar uma folha artificial que gere energia a partir de fotossíntese artificial.

Nas antenas das bactérias verdes, as moléculas de clorofila formam hélices por meio das quais a energia dos fótons (luz) migra para as proteínas na membrana celular, onde acontece a conversão química. E tem mais: as bactérias conseguem aumentar o tamanho das antenas para compensar a pouca luz em determinado ambiente. O esquema é tão eficiente que permite que a bactérias verdes aproveitem a luz do Sol no fundo do mar, a até 100 metros de profundidade.

Inspirados nessas maravilhas de complexidade, os cientistas querem desenvolver uma nova geração de dispositivos de conversão solar com uma composição mais simples e extremamente eficientes, mesmo em condições de baixa luminosidade.

Michelson Borges

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Fibra ótica molecular.

Todas as plantas e algumas bactérias usam a fotossíntese para gerar energia a partir da luz do Sol. Os cientistas ainda não sabem direito como esse mecanismo complexo funciona, mas já estão copiando detalhes desse processo. Pesquisadores da Universidade de Twente, na Holanda, descobriram que o sistema de fotossíntese de uma bactéria pode ser usado para transportar luz por longas distâncias. Eles construíram uma espécie de fibra óptica molecular, mais de mil vezes mais fina do que um fio de cabelo humano.

Algumas proteínas transportam no interior das células a energia capturada do Sol, levando-a a um ponto em que essa energia é armazenada. O que os pesquisadores fizeram foi isolar essas proteínas do chamado Complexo de Coleta de Luz. Foi com essas proteínas que os cientistas construíram sua fibra óptica molecular. Ao disparar um feixe de laser sobre esse fio de proteínas, os pesquisadores verificaram que a luz viajou até 1,5 micrômetro – distância “gigantesca” em se tratando da nanotecnologia.

“Essas proteínas são tijolos de construção que a natureza nos dá de graça. Usando-as podemos aprender mais sobre processos naturais, como o transporte de luz na fotossíntese. Quando entendermos a natureza, poderemos copiá-la”, disse o cientista Cess Otto.

A pesquisa é muito importante e a equipe de Otto merece aplausos. Mas é preciso dizer que processos naturais não criam complexidade específica, a ponto de originar mecanismos como a fotossíntese. Deus é quem nos dá as maravilhas da natureza que servem de inspiração para criar tecnologias que melhoram nossa vida.

Michelson Borges


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Em busca da “cor física”.

Você sabia que existe “cor física”? As cores que vemos dependem dos pigmentos que existem sobre os materiais, mas há um tipo de cor que depende de minúsculas estruturas fotônicas que alteram as cores, dependendo do ângulo de reflexão da luz. São essas estruturas que conferem a aparência metálica das asas das borboletas e da carapaça dos besouros, por exemplo. Depois de muito pesquisar, cientistas norte-americanos e espanhóis desenvolveram uma técnica capaz de imitar artificialmente essas estruturas biológicas impressionantes que têm precisão em nanoescala (muito pequena).

As técnicas disponíveis até agora para copiar bioestruturas são bastante limitadas porque utilizam materiais corrosivos e temperaturas elevadas, que destroem o molde original. Para criar o novo biomaterial, os pesquisadores usaram compostos de germânio, selênio e antimônio, aplicados com uma técnica que combina a evaporação termal com a rotação do substrato onde os compostos serão depositados. Na preparação do biomolde a partir do material natural, os pesquisadores utilizaram a imersão em uma solução de ácido ortofosfórico, a fim de dissolver a quitina, substância encontrada no exoesqueleto dos insetos e outros artrópodes.

Você achou complicada a fabricação dessa cor física? Pois é, exige muita inteligência e grande soma de dinheiro para copiar o original. Mas as borboletas dispõem dessa “tecnologia” desde sempre. Um Grande Cientista fez isso para elas.

Michelson Borges


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Ameba gigante gera dúvidas sobre evolução.

Os evolucionistas dizem que as amebas são as mais simples formas de vida e que estariam entre os primeiros seres vivos a “surgir” em nosso planeta. Mas uma expedição ao Mar das Bahamas, em 2007, fez uma descoberta incomum: no leito do oceano, a mais de 600 metros de profundidade, foram registradas imagens em vídeo de “bolas incolores sem cérebro e olhos”, de acordo com Mikhail Maltz, da Universidade do Texas, um dos pesquisadores. Eles também descobriram que essas “bolas enlameadas” de cerca de 2,5 centímetros de diâmetro parecem ter deixado trilhas no piso do oceano, como se rolassem por força própria.

Matz e seus colegas descreveram a descoberta na revista Current Biology. Segundo eles, trata-se de uma ameba gigante do genus Gnomia que consegue rolar graças a extensões de protoplasma que também servem para extrair nutrientes do piso do oceano.

O que deixou os cientistas ainda mais curiosos é o fato de que os sulcos que a ameba cria se parecem com os encontrados em fósseis datados de mais de 550 milhões de anos, segundo a cronologia evolucionista. Para os cientistas, somente organismos complexos poderiam se deslocar de forma a deixar os traços encontrados nos fósseis. Mas os Gromia são unicelulares e deixam os mesmos traços.

Portanto, parece claro que complexidade existiu desde sempre, o que invalida a hipótese de que a vida teria surgido de formas “simples” e evoluído para as mais complexas.

Michelson Borges

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