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Campos floridos14


A PERFEIÇÃO DE DEUS

Em Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças deficientes. Algumas crianças permanecem em Chush por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser educadas em escolas normais.

Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso de que nunca seria esquecido pelos que estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, clamou ele, "Onde está a perfeição em meu filho Shaya? Tudo o que Deus faz é feito com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Onde está a perfeição de Deus? A audiência estava chocada pela pergunta, sofrida pela angústia do pai e paralisada pela pergunta crucial. "Eu acredito," o pai respondeu, que quando Deus traz uma criança assim no mundo, a perfeição que ele busca está no modo como as pessoas reagem a esta criança".

Ele contou então a seguinte história sobre o seu filho Shaya. Uma tarde Shaya e o seu pai caminhavam por um parque onde alguns meninos que Shaya conhecia estavam jogando beisebol. Shaya perguntou, você acha que eles me deixarão jogar"? O pai de Shaya sabia que o filho dele não era muito atlético e que a maioria dos meninos não o queria no time deles. Mas o pai de Shaya entendeu que se o seu filho fosse escolhido para jogar, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. O pai de Shaya aproximou-se de um dos meninos no campo e perguntou se Shaya poderia jogar.

O menino deu uma olhada ao redor procurando por aprovação dos seus companheiros de time. Não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade em suas próprias mãos e disse "Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava rodada. Eu acho que ele pode estar em nosso time e nós tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada".

O pai de Shaya ficou exaltado quando Shaya abriu um grande sorriso. Pediram a Shaya para vestir uma luva e ir ao campo para jogar. No final da oitava rodada, o time de Shaya marcou alguns pontos mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar. O time deixaria Shaya de fato bater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo?

Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya. Todo o mundo sabia que era quase impossível porque Shaya nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Shaya tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola suavemente de maneira que Shaya pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador a espera pelo próximo lance. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o lance, Shaya e o seu companheiro de time balançaram o bastão e junto eles rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem de base. Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem de base. Todo o mundo começou a gritar, "Shaya, corra para a primeira. Corra para a primeira ". Nunca na vida dele ele tinha corrido para a primeira base. Ele saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem de base que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim ele lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem de base. Todo o mundo gritou, "Corra para a segunda, corra para a segunda". Shaya correu para a segunda base enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária, colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram, "Corra para a Terceira". Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando, "Shaya corra para a base principal". Shaya correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido um "grand slam" e ganho o jogo para o time dele. "Aquele dia," disse o pai docemente com lágrimas caindo sobre sua face, "esses 18 meninos alcançaram o nível da perfeição de Deus".


A PESCA


Em uma aldeia de Terranova, os habitantes, que viviam principalmente da pesca, estavam muito desanimados. A temporada de pesca já estava quase no final, e os resultados tinham sido péssimos. Além disso, o inverno se aproximava e, se tudo continuasse da mesma maneira, haveria fome e miséria em toda a aldeia. Então uma pequena congregação reuniu-se num culto especial de oração para pedir a ajuda de Deus. Naquela noite o templo ficou lotado. Após a leitura de algumas passagens bíblicas, várias pessoas elevaram sua voz a Deus para falar-lhe da penosa situação que a aldeia atravessava. A população recobrou o ânimo por um momento, mas na manhã seguinte todos estavam novamente desalentados. Apenas um dentre aqueles pescadores que haviam assistido à reunião saiu para pescar. Tal homem era conhecido por sua incredulidade e achava uma loucura orar pela pesca. Ele foi pescar apenas para provar que não pegaria nada. Porém, assim que ele e seu ajudante jogaram as redes, estas se encheram de peixes. Duas horas depois retornaram ao porto com a embarcação abarrotada. A notícia se espalhou com a rapidez do vento; logo o porto encheu de embarcações. Nesse dia todas voltaram carregadas de pescado. E isso aconteceu até o fim da temporada de pesca. Esse maravilhoso fato marcou profundamente aquele pescador, cuja incredulidade desmoronou diante de Deus. Ele se transformou num homem novo, fiel seguidor de Jesus Cristo.


A preguiça


Um garotinho de seis anos chorava a um canto da casa. A mãe foi atendê-lo: — Que aconteceu, meu filho? — Acabei de aprender a amarrar o cadarço. — Então, parabéns. Isso é ótimo! Sendo mãe sábia, ela elogia o menino e comemora a sua vitória: — Você está mesmo crescendo, hein? Mas me diga, por que você ainda está chorando? E lá vem uma resposta reveladora: — É porque agora eu vou ter que fazer isso pelo resto da minha vida. (John Ortberg, Revista Leadership, Summer, 1993, p. 36). www.ejesus.com.br


A QUE REINO VOCÊ PERTENCE?


"Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo" (1 Coríntios 6.20).

Guilherme II, imperador alemão, viajando certa ocasião em visita a uma das mais afastadas províncias dos seus domínios, achou por bem interromper a viagem por algumas horas e visitar os alunos de uma pequena escola instalada à beira da estrada, na zona rural. Os alunos o receberam com emoção, respeito e acatamento. No meio de tanto entusiasmo e espontaneidade, até um discurso surgiu de improviso para saudar tão ilustre visitante. O imperador estava surpreso e feliz. Observando que toda a classe era viva, inteligente e desinibida, sentiu-se muito à vontade no meio dos alunos. Depois de ouvi-los cantar, declamar, discursar, desejou divertir-se também um pouco com as crianças. Assim, incumbiu o seu secretário de apanhar uma laranja no meio da bagagem. Segurando-a numa das mãos, ele perguntou ao grupo: - Qual de vocês seria capaz de me responder a que reino pertence esta fruta que tenho na mão? - Ao reino vegetal - acudiu imediatamente uma garota risonha, de olhos brilhantes e muito comunicativa. - Surpreendente! - exclamou o visitante - Bem, já que você respondeu com tanta precisão à pergunta que fiz, vou fazer-lhe uma vantajosa proposta: tenho ainda mais duas perguntas, que desejo também respostas corretas e ¡mediatas. Se me responder com exatidão, sem hesitar, dou-lhe uma medalha como prêmio. Aceita o desafio? - Aceito, sim senhor - respondeu a garota, prontamente. Então, metendo a mão no bolso da sua farda, tirou uma moeda e mostrando-a, indagou: - E esta moeda, pertence a que reino? É capaz de responder? - Ao reino mineral - disse a menina. - E eu, a que reino pertenço? - continuou Guilherme II. Houve um rápido momento de silêncio. Os colegas se entreolharam e a garota perdeu o sorriso alegre. Ficou séria e constrangida. É que a pequena teve medo de ofender o imperador, dizendo-lhe pertencer ao reino animal... Puxa! - pensou ela. Mas perder a medalha é que não me agrada nem um pouco. Então, de repente, uma resposta lhe veio à mente e o bonito sorriso iluminou seu rostinho. E ela, vitoriosa, respondeu: - O senhor pertence ao reino de Deus! Professora, colegas e toda a comitiva que acompanhava o imperador não sabiam que admirar mais: se a engenhosa e verdadeira resposta cristã que a menina deu, ou se a nobre atitude do Kaiser que, entregando o prêmio com voz embargada, acrescentou profundamente emocionado: - Que seja eu digno desse reino, minha filha!


A Vingança Contra os Inocentes


Uma notícia tem tirado o sono de muitas pessoas em São Paulo. Um grupo de três homens contaminados pelo vírus HIV (o da AIDS) estão aproveitando o tumulto do metrô, nos horário de maior movimento, para aplicarem com uma seringa sangue contaminado nos passageiros dos trens. Segundo a informação vinculada na Internet, 6 pessoas já forma vítimas dos ataques do grupo, que tenta se vingar da sociedade em função de terem ficado doentes. Sem querer entrar no mérito de como eles foram contagiados pelo vírus, fico me questionando: por que pessoas simples e inocentes tem que pagar pelo problema dos outros? Que culpa tem alguém que nem ao menos conhece essas pessoas para ter que pagar pelos seus problemas? Infelizmente, em muitas situações o ser humano age assim com os seus semelhantes. Os filhos muitas vezes pagam pelo mau humor dos pais, que chegam do trabalho cansados e estressados e acabam descontando a raiva do chefe nelas, crianças inocentes que apenas querem um pouco de carinho e atenção e que são trocadas pela televisão ou por qualquer outra coisa de menor importância. Os cônjuges acabam recebendo a culpa da canseira dos outros, que nunca estão dispostos a compartilhar amor e carinho, preferindo dormir ou ver televisão, enquanto o outro sofre sozinho, isolado e desprezado no que tem de mais importante, ou seja, seu amor, que é trocado por qualquer problema de trabalho, finanças ou qualquer outra preocupação. No que diz respeito às ações dos governos, muitos desviam verbas públicas e quem acaba sofrendo é o povo que fica sem saúde, educação e outras coisas essenciais. Por que sempre os inocentes tem que pagar pelos culpados? Por que sempre o clamor de justiça dos inocentes é abafado pelas injustiças dos culpados? Este era o clamor de um homem do passado chamado Habacuque. Ele viveu em um tempo onde seu povo (Israel) estava sendo oprimido por uma nação pagã. O seu clamor era como o de muitos hoje em dia: "Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que me mostras a iniqüidade e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita" (Habucuque 1:2,3). A sua situação era tão assustadora que ele decide parar de reclamar para ver o que Deus faria: "Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa" (Habacuque 2:1). Ele estava desapontado com o próprio Deus, julgando que Ele não estava fazendo nada em seu favor. A resposta de Deus a este clamor é a mesma que Ele dá a todos aqueles que sofrem injustamente nas mãos de pessoas que não se importam com elas. Deus diz no Salmo 37: "Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade. Pois eles dentro em breve definharão como a relva e murcharão como a erva verde". E mais, Ele ainda diz: "...não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios. Porque os malfeitores serão exterminados, mas os que esperam no SENHOR possuirão a terra". Veja que a promessa de Deus para os que n’Ele confiam é de que serão vitoriosos em meio à toda injustiça e violência que sofrem. Mas você pode estar se perguntando: como conseguir isso? Como ver a verdade triunfar sobre a mentira e a justiça sobre a injustiça? O Salmo 37 diz: "Confia no SENHOR e faze o bem; habita na terra e alimenta-te da verdade. Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará. Fará sobressair a tua justiça como a luz e o teu direito, como o sol ao meio-dia. Descansa no SENHOR e espera nele...Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente, isso acabará mal". Se você duvida que Deus esteja pronto a ajudá-lo a vencer as lutas que enfrenta, lembre-se de que um dia Ele mandou Seu próprio Filho para morrer inocente no lugar de todos os pecadores do mundo. Ele foi vítima da vingança do homem, mas mesmo assim continuou firme no Seu propósito, a fim de nos ajudar. E como disse alguém: "O amor de Deus por mim no passado me proíbe de pensar que Ele me abandonará no futuro". Assim, confie em Deus, pois, com certeza, Ele sabe ajudar aqueles que sofrem injustamente, pois Ele já passou por isso e sabe o quanto dói ter que pagar pelos erros dos outros. Paulo Cesar Ramalho – Pastor da Igreja Presbiteriana de Porecatu

e-mail: pcramalho@onda.com.br Projeto e-mail falando de Jesus


A VISITA DE JESUS


Esta estória passa-se em uma cidade dos Estados Unidos, durante um dia de inverno com muita neve e frio. Ruth foi à sua caixa de correio em frente de casa, verificar se tinha alguma correspondência e lá havia somente uma carta. Ela tomou a mesma e olhou para ela antes de abrir. Então, ela verificou que não havia nem selo nem qualquer outro carimbo do correio. Abriu o envelope e leu a carta:

"Querida Ruth: Deverei estar na sua vizinhança no sábado à tarde e gostaria de visitá-la. Com amor Jesus" Com as mãos trêmulas ela colocou a carta em cima da mesa. "Porque iria Jesus visitar-me? Eu não sou ninguém especial. Eu não tenho nada para oferecer."Com esse pensamento, Ruth lembrou de sua cozinha com armários vazios. "Oh meu Deus, eu, realmente, não tenho nada para oferecer. Eu tenho que correr para o supermercado e comprar alguma coisa para o jantar" Ela procurou em sua bolsa e viu que continha somente cinco dólares e quarenta centavos. "Bem, pelo menos eu posso comprar um pouco de pão e alguns frios." Ela vestiu seu sobretudo e correu para as compras. Alguns pães franceses, 250 gramas de peito de peru fatiado e uma caixinha de leite deixaram Ruth com apenas 12 centavos. Apesar de tudo, ela se sentiu bem voltando para casa com aquela pequena e simples oferenda debaixo de seus braços. No caminho, uma voz: "Ei senhora, você pode nos ajudar?" Ruth estava tão absorvida em seus planos para o jantar que nem notou duas figuras aconchegadas uma à outra na alameda. Um homem e uma mulher, ambos vestidos em não mais que uns farrapos. "Olhe senhora, eu estou desempregado, sabe, e minha mulher e eu estamos vivendo ao relento, e o tempo está tornando-se muito frio e estamos sentindo muita fome e se a senhora pudesse nos ajudar nós ficaríamos realmente felizes." Ruth olhou para os dois. Eles estavam sujos e cheiravam mau e, francamente, ela estava certa que eles poderiam conseguir algum tipo de trabalho se eles, realmente, quisessem. "Senhor, eu gostaria de ajudá-los nas eu sou uma pobre mulher. Tudo o que eu tenho é um pouco de frios fatiados e um pouco de pão, e eu tenho uma visita muito importante para o jantar esta noite, e estava planejando servir isto para Ele." "Sim. Está certo senhora, eu compreendo. De qualquer forma muito obrigado." O homem colocou suas mãos nos ombros da companheira e seguiram em frente. Olhando-os partir, Ruth sentiu uma dor familiar em seu coração: "Espere, senhor" O casal parou e virou para ela, que corria para eles. "Olhe, por que você não fica com este alimento? Eu arranjo outra coisa para servir meu convidado." Ela deu ao homem sua sacola de supermercado. "Obrigado senhora. Muito obrigado." "Sim, muito obrigado" disse a esposa. Ruth percebeu que ela estava tiritando de frio. "Sabe, eu tenho outro sobretudo em casa. Aqui está este para você." Desabotoou o casaco e jogou-o sobre os ombros da mulher. Então, sorrindo, voltou-se e foi embora alameda abaixo, sem seu casaco e sem os alimentos para servir seu convidado. "Obrigado senhora, muito obrigado mesmo" Ruth estava enregelada sem seu casaco e muito preocupada. O Senhor estava chegando para visitá-la e ela não tinha nada para lhe oferecer. Ela remexeu em sua bolsa para achar a chave de casa, quando percebeu que havia outro envelope em sua caixa de correio. "Isto é estranho. O carteiro não costuma vir duas vezes no mesmo dia" Ela pegou o envelope e abriu-o.

"Querida Ruth: Foi tão bom vê-la novamente. Obrigado pela adorável comida. E obrigado, também, pelo maravilhoso casaco. Com amor, sempre. Jesus"

O ar estava ainda frio, mas mesmo sem casaco, Ruth não notou.

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