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O que vem a ser a justificação pela fé? Somos justificados de nossos crimes (todo pecado é um crime) no momento em que aceitamos Jesus como Salvador. Não há outra maneira de aceitá-Lo a não ser pela fé. Então, a única maneira de sermos justificados ante a justiça divina é também pela fé. Jesus pode nos salvar porque assumiu inteiramente nossa culpa, pagando na cruz o preço da nossa redenção. Quando cremos nEle, Sua vida de perfeita obediência à lei de Deus nos é creditada; assim, Ele morre por Lhe ser imputada nossa culpa: “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), e nós vivemos porque nos é imputada a Sua justiça: “...o homem que praticar a justiça decorrente da lei viverá...” (Rm 10:5). Como definição básica, justificação pela fé é isso. Mas, no tocante a nós, são dignas de nota as implicações de tão inefável processo de salvação. Três citações de Ellen G. White a esse respeito são pertinentes: A lei requer justiça, e esta, o pecador deve à lei; mas ele é incapaz de a apresentar. A única maneira pela qual ele pode alcançar a justiça é a fé. Pela fé, ele pode apresentar a Deus os méritos de Cristo, e o Senhor lança a obediência de Seu Filho a crédito do pecador. A justiça de Cristo é aceita em lugar do fracasso do homem, e Deus recebe, perdoa, justifica o pecador arrependido e crente, trata-o como se fosse justo, e o ama tal qual ama Seu Filho (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 367). ...Cristo assumiu a posição de fiador e libertador ao Se tornar pecado pelo homem, para que este pudesse tornar-se a justiça de Deus... Os pecadores só podem ser justificados por Deus quando Ele lhes perdoa os pecados, suspende a punição que eles merecem e os trata como se realmente fossem justos e não houvessem pecado... Eles são justificados unicamente pela justiça imputada por Cristo (Ibid., v. 3, p. 194). Conforme o pecador penitente e contrito diante de Deus discerne a expiação de Cristo em seu favor, e aceita esta expiação como sua única esperança nesta vida e na futura, seus pecados são perdoados. Isso é justificação pela fé,... o oposto de condenação. A misericórdia ilimitada de Deus é exercida para com aqueles que são completamente indignos. Ele perdoa transgressões e pecados por amor de Jesus, que Se tornou a propiciação pelos nossos pecados. Pela fé em Cristo, o transgressor culpado é conduzido ao favor de Deus e à forte esperança de vida eterna (SDABC, v. 6, p. 1.070, 1.071). Algo tão significativo e prazeroso é o tema principal de Paulo na epístola aos Romanos. I. As obras da Lei Romanos 3:20 diz que “pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.” Paulo se vale desse fato para afirmar que ninguém é justificado “por obras da lei”. Quanto mais o pecador dela se vale, mais ele se vê por ela condenado. Com efeito, quem tenta alcançar a salvação pela lei, tenta o impossível. O exemplo dos judeus no passado é clara evidência desse fato. Referindo-se a eles, Paulo disse: “Israel, que buscava a lei de justiça, não chegou a atingir essa lei. Por quê? Porque não decorreu da fé e, sim, como das obras. Tropeçaram na pedra de tropeço” (9:31, 32). Para eles, a pedra de tropeço foi Jesus, pois não O aceitando, descartaram o único meio de se tornar justos diante de Deus. “Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus” (10:3). Uma lei transgredida nunca pode justificar o transgressor, por mais que ele passe a se esforçar por obedecer-lhe. “... Por obras da lei ninguém será justificado” (2:16). A lei não tem capacidade para remover a culpa que o pecador tem diante de Deus , “o que ela pode fazer é levar o pecador a buscar um remédio para isso.” Como? Naturalmente, por ressaltar o pecado no pecador (ver 7:5), a lei desperta sua consciência induzindo-o a buscar uma possível solução para o impasse, um recurso pelo qual ele se livre da condenação. Esse recurso é Cristo. É dessa forma que a lei conduz a Cristo, e o faz para que finalmente alcancemos a justificação pela fé (ver Gl 3:24). Colocando em outros termos, vendo-se condenado, e almejando livrar-se da morte, o pecador procurará, talvez até desesperadamente, um meio de escape, somente para acabar descobrindo que esse meio existe exclusivamente por meio de Jesus. Nesse caso podemos dizer que a lei induz o pecador a Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado” (Jo 1:29). “A lei deve assinalar nossas negligências e nos levar a Cristo.” II. Fé e justiça Qual é a relação entre fé e justiça? A primeira é o método para se obter a segunda. Romanos 3:21 se refere à justiça de Deus, “sem lei” manifestada, mas por ela testemunhada. O texto afirma: “Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas”. Em que sentido a justiça de Deus se manifestou sem lei? Porventura não foi por Jesus observar perfeitamente a lei que a justiça de Deus se tornou manifesta? Bem, justiça aqui não significa meramente equidade, retidão, probidade, lisura, etc, pois Jesus reuniu 100% de tudo isso e de tudo o mais que se liga à justiça. Mas o sentido de “justiça de Deus” aqui é mais abarcante. Refere-se também ao dom por Ele oferecido a todos que aceitam Jesus (ver 5:17, onde a justiça é referida como “dom”). Mas consideremos brevemente os ingredientes desse texto: “Mas agora...” – um contraste de tempo e de circunstância. Na perspectiva do tempo o agora de Deus é a encarnação, com destaque para o Calvário (ver Gl 4:4). Antes do agora, tudo o que tínhamos era a promessa da redenção vindoura. Agora ela é uma realidade. No aspecto circunstancial, o agora de Deus é visto com a caducidade do recurso salvífico do homem. Agora que ficou devidamente evidenciado que todos estão perdidos, e nada podem fazer, o recurso de Deus se destaca. “...Sem lei...” – a justificação pela fé não conta com nenhuma contribuição (preparatória, acessória ou subsidiária) que seja dada por obras da lei. “Sem lei” significa sem o mérito humano, sem Deus levar em consideração o que o homem fez de bem, ou mesmo de mal. Ninguém é tão bom que possa dispensar o plano de Deus; ninguém é tão mau que não possa se valer dele. “...Testemunhada pela lei e pelos profetas” – isto é, o Pentateuco e o restante do Antigo Testamento. Há uma continuidade natural entre as duas dispensações e os dois testamentos. O meio de salvação é um para ambas, e um em ambos. Aqui temos um claro exemplo de como Paulo usa o termo lei com sentidos diferentes. Portanto, é bom nunca nos precipitarmos em dizer o que o termo significa. Há que se dar sempre atenção ao contexto. O v. 22 confirma que a “justiça de Deus” é um dom que Ele almeja conceder ao pecador; e mostra como é auferida: “mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem...”. Observemos igualmente o que este texto encerra (leia-o primeiramente na Bíblia): “...Fé em Jesus Cristo...” – Jesus é o objeto, não o sujeito, da fé. Não a fé que Jesus possuiu, revelou e exemplificou (sentido esse que estaria incluído em Ap 14:12); mas fé em Jesus. Não se trata daquela fé comum, quase que vulgar, em Deus. Não é questão de simplesmente dizer “eu creio em Deus, que Ele existe, etc.”. Mas fé direcionada a Cristo, ao que Ele operou historicamente na cruz: redenção (livramento), propiciação (reconciliação) e vindicação da justiça. O nome completo, Jesus Cristo, aponta-O como Salvador, Redentor e Senhor. É fé nEle, como tal, que nos relaciona adequadamente com a justiça de Deus, e nos justifica. “...Para todos os que creem...” – não é mera redundância, tendo em vista que a “fé em Jesus Cristo” é expressa imediatamente antes. “Fé em Jesus” é o método de se apropriar da salvação. “Todo o que crê” aponta para a universalidade da salvação (salvação à disposição de todos). Confirma o fato de que todos estão perdidos e são carentes do plano de Deus. Por isso, Paulo acrescenta logo a afirmação: “porque não há distinção.” Mas note que a salvação é auferida individualmente; daí a necessidade de uma resposta pessoal do homem: crer. III. Graça e justificação Graça é a fonte da “justiça de Deus” como dom; justificação é o resultado. O nosso estudo é fundamentado em Romanos 3:24: “...sendo justificados gratuitamente, por Sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”.Analisando o que Paulo afirma: Para melhor estrutura das frases devemos considerar os versos 22up e 23 parentéticos (“porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”), e ligar “sendo justificados gratuitamente por sua graça” com “justiça de Deus... para todos os que creem” (v. 22). “Gratuitamente” combina com “sem lei” (v. 21) e com “mediante a fé” ou “todos os que creem” (v. 22). Justificação é um dom gratuito de Deus. “...Gratuitamente...” e “...por Sua graça...” são sinônimos e servem de ênfase para o caráter de desmerecimento humano: nenhum pecador merece o dom de Deus, isto é, Deus não é constrangido a nos justificar por algum ato meritório de nossa parte. Nosso mérito, se há algum, consiste em nossa extrema necessidade de Deus e de Sua salvação. Nada em nós ou praticado por nós pode recomendar-nos a Deus. O dom é exclusividade, iniciativa e total realização dEle. “..Redenção...” é palavra-chave no tema da justificação pela fé. Gratuita para o homem, a justificação, todavia, custou um preço para Deus. Justificação é pela graça, isto é, o homem não entra com nenhum mérito. Justificação se efetiva através de redenção, ou seja, o custo é pago totalmente por Deus. O que Deus pagou, ou fez, realça a salvação como dom gratuito dEle para o homem. Significado básico de redenção: resgate pelo pagamento de um preço. A ideia no evangelho é de resgate substitutivo: Mt 20:28; Mc 10:45. O preço = dar Sua vida (Tt 2:14), ou derramar Seu sangue (Ef 1:7; cf. 1Pe 1:18). A ideia é de livramento por meio de um preço pago. Primariamente, o sentido é de um preço pago para a libertação de escravos, ou prisioneiros de guerra. A quem foi pago o preço? A Bíblia silencia. A Deus? Ele mesmo providenciou o pagamento. A Satanás? Ele é apenas um usurpador. Por inferência, podemos supor que foi à própria justiça de Deus. É dito que a “redenção” está em Cristo: ela não é vista somente naquilo que Cristo fez, mas nEle mesmo. Ele é a redenção personalizada. IV. “Sua justiça” Romanos 3:25-27. “Propiciação” é outro termo-chave na doutrina da justificação pela fé. Refere-se à provisão feita por Deus para a nossa justificação. Enquanto redenção diz respeito à nossa escravidão no pecado e é a provisão da graça para nos libertar, propiciação se refere à nossa sujeição à ira de Deus e é a provisão da graça pela qual podemos nos livrar dela. Entretanto, não devemos confundir a ira de Deus com o emocionalismo doentio que os adoradores pagãos atribuíam aos seus deuses, ira que poderia ser aplacada por algum tipo de oferta providenciada pelo adorador. A indignação de Deus contra o pecado tem que ver com a santidade de Seu caráter. E não é esperado que o pecador faça alguma coisa para aplacar a ira de Deus. A iniciativa, e o ato de propiciar ou aplacar, são exclusivas de Deus; veja que o apóstolo registra a fórmula Deus propôs. Isto significa que o mesmo Deus que odeia o pecado com todas as fibras do Seu ser, ama o pecador de tal forma que deu Seu único Filho para expiar os pecados do mundo todo (Jo 3:16; 1Jo 2:2). A cruz é a consequência e não a causa do amor de Deus. O resultado da redenção é libertação que abre caminho para a santificação. É discutida a partir do cap. 6 (ver também Ef 5:25, 26; Tt 2:13, 14). Mas o resultado da propiciação é paz com Deus, que abre caminho para a justificação e seus resultados, discutidos em 5:1-11. “...Seu sangue...”, tanto o preço do resgate como o meio do “apaziguamento” de Deus. “...Mediante a fé...” – ela sempre é o meio pelo qual nos apropriamos da provisão. Com isto se completam os três elementos indispensáveis no processo da justificação, cada um ligado a uma específica Pessoa da Divindade: O PAI – a graça; O FILHO – o sangue; O ESPÍRITO SANTO – a fé. “...Manifestar Sua justiça...” - novamente encontramos o tema da revelação dinâmica da salvação. Essa é uma reiteração do ato de Deus “propor”, já que, no grego, este verbo contém a ideia de um ato público. A morte de Cristo foi pública e isto revela a justiça de Deus. Mas o sentido de justiça salvífica nesse verso e no seguinte se confunde com o sentido de justiça como atributo do caráter de Deus. Isto é evidenciado pela afirmação de ter Deus, em épocas passadas, tolerado o pecado e o deixado impune (cf. At 14:16; 17:30). Paulo quer dizer que, no passado, Deus sustou Sua ira, isto é, não visitou os homens em seus pecados. Isso não deve ser confundido com perdão ou remissão. Significa que Deus não executou sobre o homem a completa medida do Seu desprazer, mas exerceu tolerância pelos pecados do homem. Isso tornou necessário que Deus revelasse agora, na propiciação efetuada por Cristo, a Sua justiça, pois a tolerância exercida no passado poderia levar o homem a pensar que Deus estava abrindo mão de Sua própria justiça. Havia o perigo de a inviolabilidade da justiça de Deus ser obscurecida na mentalidade do homem. A tolerância de Deus corria o risco de ser mal interpretada, ou seja, de ser tida como indiferença às reiterações da justiça e a suspensão da aplicação da ira ser considerada como uma anulação do julgamento. Era necessário que ficasse bem claro que Deus não estava sendo indulgente para com o pecado. Portanto, ao derramar Cristo Seu sangue como propiciação, Deus dá uma demonstração pública, aberta, de que Seu desprazer pelo pecado continua inviolado e em pé, e que Sua ira só não se abateu e se abate sobre o pecador porque ela se abateu sobre um Substituto. Assim para Deus ao mesmo tempo justificar o pecador e não abrir mão de Sua justiça, Ele propôs o derramamento do sangue de Cristo (ou seja, Seu sacrifício) como meio de dar plena satisfação à Sua justiça. Isso faz também com que a justiça de Deus seja vindicada, já que antes correu o risco de ser mal interpretada. Assim, a tolerância de Deus e Seu passar por alto os pecados anteriormente cometidos exigiram dEle a demonstração de Sua justiça inerente. Isso Ele fez entregando Seu Filho para ser morto na cruz. A cruz , portanto, evidencia tanto Seu amor pelo pecador como Seu ódio contra o pecado. Ali, Sua ira é apaziguada, porque Sua justiça é satisfeita. Essa demonstração de Sua justiça nos revela finalmente que a justificação do pecador demandou nada menos que a propiciação feita no sangue de Jesus. “...Justo e justificador...” – Todo esse processo fundamentado no sacrifício da cruz faculta a Deus o ato de justificar o pecador sem deixar de condenar o pecado e sem abrir mão de Sua justiça. Ao mesmo tempo em que justifica o pecador, Ele continua sendo justo. Por causa da cruz do Calvário, Deus pode declarar justos os pecadores e ainda ser considerado justo aos olhos do Universo. Satanás não pode apontar seu dedo acusador para Deus, pois o Céu fez o sacrifício supremo. Satanás acusou Deus de pedir da raça humana mais do que Ele próprio estava disposto a dar. A cruz refuta essa acusação. “Onde... a jactância? Foi de todo excluída.” – O orgulho religioso, o triunfalismo, o exclusivismo e outros ismos ligados ao legalismo são eliminados. Lei, no v. 27, é usada com dois sentidos: (1) lei das obras, isto é, o legalismo, ou sistema humano de salvação; e (2) lei da fé, ou seja, a norma divinamente estabelecida para o desfrute da salvação; exclusivamente pela graça. Vemos agora que a palavra lei chega a ser empregada por Paulo com o sentido de salvação pela graça. Todavia, a fé tem sido revelada como o meio, ou método, e não como fonte de salvação. Ninguém pode se jactar da fé que possui. A fé é um dom de Deus e não repousa na capacidade do homem, muito menos nalgum mérito que ele pense possuir. V. Fé e obras Já que somos justificados pela fé sem as obras da lei (3:28), podemos transgredi-la à vontade?A obediência à lei não é descartada pelo plano de salvação. Se assim fosse, seria inevitável a conclusão de que justificação pela fé é licença para pecar, pois o pecado é a transgressão da lei (1Jo 3:4). Seria o mesmo que um juiz, ao inocentar o réu num tribunal, estivesse lhe dizendo: Bem, você agora está livre para sair daqui e roubar e matar quanto quiser. Se isto acontecesse, seria o juiz e não o réu que mereceria ir para a cadeia! Mas tal é a conclusão, agora no âmbito espiritual, a que chegam alguns leitores de Paulo, em resultado de uma interpretação apressada, portanto superficial, daquilo que ele afirmou. E isso não é de agora, porque mesmo os contemporâneos do apóstolo, seus oponentes, começaram a disparatar, torcendo seu ensino (ver 3:8). No intuito de que ninguém se equivocasse com seu ensino, o apóstolo foi muito claro, preciso, em suas colocações, chegando a dizer: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado para que seja a graça mais abundante?” (6:1). Em outras palavras, continuaremos transgredindo a lei, para que a “justificação pela fé sem as obras da lei” cada vez mais se efetive? A isso ele respondeu: “De modo nenhum! [o sentido é “Deus nos livre de tal ideia!”] Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” (v. 2). Tendo o pecado como transgressão da lei, a resposta de Paulo pode ser assim expressa: “Como viveremos ainda transgredindo a lei, nós que morremos para a transgressão?” Impressionante! É o plano divino da justificação pela fé que nos habilita a, “morrendo para o pecado”, cumprir a vontade de Deus exposta em Sua lei. O ensino de Paulo é que, embora a obediência à lei não seja o meio da justificação, a pessoa que é justificada pela fé ainda observa a lei de Deus, de fato, é a única que pode uardar a lei. Uma pessoa não regenerada, que não foi justificada, nunca poderá cumprir os requisitos da lei.” José Carlos Ramos Pastor e professor do SALT ora jubilado. Engenheiro Coelho, SP

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