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1praia


Depois de subir uma escadaria ou montanha, como é bom parar um pouco para respirar fundo e descansar! Essa pausa serve para ajudar a renovar as forças a fim de prosseguir na caminhada.

O objetivo é mostrar que Deus olha para Seus filhos com carinho e os ajuda a vencer as lutas do dia a dia. Assim, os momentos de graça aqui na Terra terão repercussão eterna, quando o amor será perfeito e a vida durará para sempre.

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O Sabor da Fofoca

Boatos e “fofocas” são o prato preferido de muita gente. Certas pessoas sempre querem um pouco mais, estão sempre com fome. Provérbios 26:22, A Bíblia Viva

Você já deve ter escutado a história do pastor que tinha em sua igreja duas irmãs fofoqueiras. Um dia, elas viram o carro dele estacionado na frente de um bar, e começaram a espalhar pela igreja que o pastor tinha problemas com bebida.

Sem que o pastor soubesse, a história se espalhou. Ao descobrir quem estava por trás do boato, o ministro deixou seu carro estacionado durante a noite em frente a casa daquelas irmãs.

Apesar de não concordarmos com a maneira original de o pastor lidar com o problema, sabemos dos males que a fofoca pode causar. Basta somar a uma situação inusitada, uma pessoa conhecida e importante, e pronto: temos elementos suficientes para a fofoca.

Na fofoca, procuramos desacreditar alguém ausente. Espalhamos notícias que fazem com que as pessoas pareçam más. Pode até ser verdade o que estamos dizendo, mas se estamos fazendo isso com a intenção de causar dano e diminuir outra pessoa, estamos incorrendo em erro, fazendo fofoca.

Às vezes, começamos dizendo: “É apenas uma preocupação, mas o que é que você acha de...?” Ou em tom de segredo: “Você soube? Não é mentira. Eu vi. Eu ouvi. Eu estava lá. É verdade mesmo!” E daí recitamos uma suculenta fofoca que vai render durante muito tempo, motivada por inveja, vingança, ou pelo desejo de nos fazer mais importantes do que a outra pessoa.

A fofoca pode ser altamente destrutiva no ambiente de trabalho. A pessoa alvo da fofoca passa a ser vista como indigna de confiança e fica fora da lista de promoções ou de serviços especiais. Cria-se, assim, um ambiente difícil, gerado pela fofoca. E quando a pessoa está decidida a fofocar mesmo, aumenta sua rede de contatos por meio do telefone e do e-mail.

O tecido das relações humanas deve ser entremeado de lealdade, transparência e franqueza. Se você notar que a conversa está rumando para a fofoca, mude de direção. Com tato, procure fazer com que a conversa volte ao nível da troca de informações e de ideias. Se você acha que durante o dia ultrapassou o limite, confesse a Deus sua falta por ter escutado e dado atenção à fofoca.

“Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração! Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139:23, 24, NTLH).


Gideão, o Herói Relutante

Com a força que você tem, vá libertar Israel das mãos de Midiã. Não sou Eu quem o está enviando? Juízes 6:14

Gideão foi interrompido por Deus quando cumpria fielmente suas tarefas, malhando trigo no tanque de prensar uvas que pertencia à sua família. Descobriu que o Senhor queria usá-lo para comandar a conquista dos midianitas. Surpreendeu-se com o chamado de Deus. Sua reação ao convite divino foi imediata: “Sou eu mesmo quem o Senhor está procurando? Será que não está enganado?” E continuou: “Meu clã é o menos importante da tribo e eu sou o menor de minha família.”

Gideão não estava seguro de si mesmo. Reagiu igualzinho a nós quando somos confrontados com um convite de Deus. Começamos a fazer perguntas com a intenção de escapar do compromisso. Elas se tornam uma quase desculpa para, em seguida, dizermos “não posso”, “não quero”. “Não vou, porque sou jovem”, “sou pobre”, “estou cansado”, “estou ocupado”, “tenho medo”, “não sei como fazer”, “não é meu ponto forte”.

Outras pessoas da Bíblia também tiveram reações semelhantes: Abraão: “Eu, pai de uma grande nação?” Moisés: “Como é que eu vou à presença de Faraó se não sei falar?” Maria: “Como vou ser mãe, se sou virgem?” O que faz desses homens e mulheres heróis? Sua habilidade natural, perícia, treino?

Gideão nunca tinha sonhado em ser líder militar, mas Deus tinha um plano para ele e sempre o lembrava: “A batalha é Minha. Você não precisa temer.” Depois de aceitar o convite, Gideão se surpreendeu com sua capacidade de convocação: conseguiu arregimentar em pouco tempo 32 mil soldados. Porém, Deus disse: “Gideão, você tem gente demais. Diga aos que estão com medo que podem voltar para casa.” Na triagem, 22 mil resolveram que não tinham coragem suficiente. Permaneceram 10 mil.

Deus Se aproximou novamente e disse: “Lembre-se: a batalha é Minha. Tem ainda muita gente.” Depois de um pequeno teste, finalmente ficou a tropa de elite: 300 homens. Deus deixou bem claro que seria na Sua força que eles lutariam. Com armas não convencionais e com a voz amplificada por Deus, alcançaram grande vitória.

Para que Deus o está chamando hoje? Quem sabe seja para sair de sua zona de conforto, ou para fazer alguma coisa além da sua índole natural... Onde você estiver, no seu tanque de uvas, na escola, no trabalho, Deus diz: “Eu sou maior do que seu medo. A batalha é Minha. Eu sou maior do que seus problemas.”


Trabalho em Equipe

Rogo também por aqueles que crerão em Mim, por meio da mensagem deles, para que todos sejam um. João 17:20, 21

O Clube de Desbravadores é uma escola permanente para líderes e liderados. Nós ensinamos e eles também nos ensinam.

Há anos, falávamos dos camporis como encontro, reencontro, confraternização, mas pairava no ar um clima de competição: padrão A, B, C, etc. O tempo foi nos ensinando a chegar cada vez mais perto do objetivo de obter maior participação e cooperação, e menos competição.

Os desbravadores também nos ensinam na hora em que estão desenvolvendo as especialidades, como Artes Manuais. A imaginação e a criatividade deles voam bem mais alto que a nossa. Mas é em ocasiões comuns, sem nada especial pela frente, que um impulso ou gesto deixa transparecer a beleza que têm dentro de si.

Certo clube tinha determinado que cada mês sempre haveria um passeio, uma excursão, noite especial ou caminhada. Certa ocasião, fizeram uma caminhada simples, em local um pouco afastado da cidade. Passavam por um trecho de uma estrada de ferro abandonada (e você que já foi juvenil sabe que uma das tentações nessas situações é tentar equilibrar-se sobre os trilhos e andar o maior tempo possível sem cair). E lá iam, um por um. Subiam nos trilhos... Se equilibravam... Desequilibravam... Caíam. Voltavam a subir. Dois desbravadores observaram a cena e concluíram que poderiam andar mais tempo sem cair. Você imagina o que eles fizeram? Simples. Um se colocou do lado esquerdo e o outro, do lado direito. Estenderam o braço um para o outro e fizeram o trajeto sem cair.

Salomão não falava de andar nos trilhos do trem, mas de esforço conjunto. “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se” (Ec 4:9, 10).

Num pequeno livro de Michael Jordan, intitulado Nunca Deixe de Tentar (Editora Sextante), ele diz: “Prefiro contar com cinco jogadores menos talentosos, porém mais dispostos a fazer as coisas juntos, do que com cinco que se consideram astros e não se mostram dispostos a se sacrificar em prol do conjunto” (p. 56).

Nosso trabalho de nos tornarmos completos não é possível sem a ajuda dos outros. Em João 17, Jesus diz: “Que eles sejam um, assim como Nós somos um” (v. 22).

Se o objetivo é melhorar o desempenho, o melhor é a cooperação, e não a competição.



A Lei e o Décimo Mandamento

De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro. 1 Timóteo 6:6

Veja a seção de anúncios dos jornais ou procure descobrir quantas páginas sua revista semanal dedica para propaganda. Abra um site e vão pipocar comerciais com ofertas de tudo o que você imagina.

Os publicitários investem milhões de reais para convencer as pessoas de que a vida delas será incompleta se não tiverem uma casa amplamente mobiliada e um carro último modelo.

A mensagem que escutamos hoje em vozes sedutoras é: compre mais, tenha mais. O carro do início do ano já está antiquado. Compre outro. A mansão de ontem é casa hoje, e barraco amanhã. Compre outra.

Não usamos muito a palavra “cobiçar”. Mas duas palavras que chegam bem perto em significado e atitudes são as palavras “ciúme” e “inveja”. Ciúme é o sentimento que tenho quando alguma coisa que me pertence passa para o controle de outra pessoa. A maior parte dos ciúmes surge quando você perde um amigo, o namorado ou namorada para outra pessoa.

A inveja, por outro lado, é o sentimento de tristeza que tenho quando alguém possui algo que eu gostaria de ter. Você tem o emprego que eu gostaria de ter; tomou meu lugar no time; ou comprou o carro do ano antes de mim.

Cobiça, então, é o desejo desordenado de possuir aquilo que pertence a outra pessoa e que eu acho que vai me fazer feliz. Deposito a atenção e o coração em coisas. Enquanto os outros mandamentos lidam com ações e comportamentos, dizendo “não roube”, “seja leal”, o décimo lida com atitudes: “não cobice”, não concentre sua atenção naquilo que não é seu.

A cobiça também aparece quando nos sentimos insatisfeitos com a maneira como Deus derrama Suas bênçãos; quando nos recusamos a ser gratos pelo que Ele nos deu.

Está errado desejar coisas ou habilidades? Não, mas se torna errado quando nossos desejos por outras coisas nos levam a ficar insatisfeitos com o que temos; a deixar de amar as outras pessoas.

“Não ame os caminhos do mundo. Não ame os bens deste mundo. O amor ao mundo expulsa o amor ao Pai. Praticamente tudo o que existe no mundo – seguir seu próprio caminho, desejar tudo para si e querer parecer importante, não tem nada que ver com o Pai. [...] O mundo e todos os seus desejos mais cedo ou mais tarde sairão de moda, mas o que faz o que Deus quer permanece pela eternidade” (1Jo 2:15-17, The Message).


José Maria Barbosa Silva

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