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Apenas uma CriançaEditar

[Davi] disse a Saul: “Não consigo andar com isto, pois não estou acostumado.” Então tirou tudo aquilo e em seguida pegou seu cajado, escolheu no riacho cinco pedras lisas, colocou-as na bolsa, isto é, no seu alforje de pastor, e, com sua atiradeira na mão, aproximou-se do filisteu. 1 Samuel 17:39, 40

No pregão de apostas para definir o vencedor da luta, as chances de vitória eram uma em cem. Essa era a situação de Davi. Até ali os desafios tinham sido os xingamentos, a estratégia militar do inimigo, as especulações, a checagem das armas, o levantamento de homens em condições de luta, e assim por diante.

Os filisteus costumavam dizimar seus inimigos, o que deixaria para trás os clássicos filmes de ação, com luta entre facções, gangues e grupos: no filme Rambo IV, morreram 449; em O Exterminador do Futuro, foram 538 mortos; Guerra nas Estrelas, 508; e em O Justiceiro, foram 662 mortos (tudo na ficção, claro).

Tenha em vista algumas coisas quando tiver que enfrentar desafios:

Não se compare aos demais. Há pessoas compulsivas em se comparar a outras. Cada vez que um colega se sai bem, sentem-se fracassadas. Toda vez que o sol brilha para outros, do seu lado faz sombra. Acreditam que a Lei de Murphy só funciona para si mesmas, isto é, se alguma coisa tem que dar errado, dará errado com elas. O outro fala melhor, canta melhor, tem roupa de grife, tem o carro do ano. Ao nos compararmos com os outros, sempre encontraremos pontos nos quais eles nos superam, e outros nos quais nos saímos bem.

Aceite suas limitações. Medir-nos pelos outros é frustrante. Estamos em diferentes etapas de desenvolvimento, tanto física, quanto social, mental e espiritualmente. Pena que muitas vezes não temos a humildade nem a coragem para dizer “não sei”, “não posso”, “não tenho”. Temos nossos gostos, inclinações, interesses, mas não somos fortes em todos os pontos.

Use sua própria armadura. Disseram para Davi: “Você está chegando aqui com um currículo invejável. Você tem competência para colocar essa armadura do rei.” Então, pela insistência de outros, ele entrou no cenário da guerra parecendo aquilo que não era. “Mas como? Quero ser eu mesmo! Será que tenho que ser cópia dos outros?” Até que ele decidiu: “Não sou soldado. Sou pastor de ovelhas. Não vou aparecer com essa armadura. Vou usar meu estilingue e minhas pedras.” E disse mais: “Todos os que estão aqui saberão que não é por espada ou por lança que o Senhor concede vitória; pois a batalha é do Senhor” (1Sm 17:47).

Não sei que gigantes ou desafios você terá que enfrentar hoje. Mas seja você mesmo. Esteja confiante, pois a batalha é do Senhor e Ele lhe dará a vitória!



Convite Para Orar ao PaiEditar

[Jesus] lhes disse: “Quando vocês orarem, digam: Pai!” Lucas 11:2

Em resposta ao pedido dos discípulos – “Ensina-nos a orar” (v. 1) –, Jesus lhes ensinou o Pai Nosso, ou a Oração do Senhor.

Em contraste com aquelas orações compridas e infindas repetições ensinadas pelos rabinos, a oração que Jesus ensinou é breve, expressiva, completa. Ela contém apenas 70 palavras. Mas um novo elemento foi introduzido. Trata-se de uma nova expressão pela qual Jesus ensinou Seus discípulos a se dirigirem a Deus como Pai. Queria impressioná-los com a necessidade de comunhão íntima, de familiaridade e proximidade com Ele.

No Antigo Testamento, Deus é chamado de Pai apenas sete vezes, e em todos esses casos é Israel como nação que Lhe fala. De outro lado, os Evangelhos registram que Jesus mencionou a palavra “pai” 170 vezes. Ele queria que todos olhassem para Deus como Pai de misericórdia, ternura e amor.

Não sei qual é a expressão que você usa para começar suas orações. Escuto algumas vezes, na igreja, orações dirigindo-se a Deus assim: “Grandioso, Altíssimo e Soberano Senhor!” Essas expressões não estão erradas, em si, porque falam da grandeza de Deus, mas perdemos em termos de proximidade e intimidade. Elas colocam Deus muito distante. Sentimo-nos longe, pequenos, lá embaixo, ao pé de uma longa escada; e Deus lá em cima, difícil de ser alcançado. Ele nem Se aproxima nem nos enxerga direito.

Chamar a Deus de Pai é uma demonstração de dependência. É também uma expressão de segurança e confiança. É a percepção de nossa necessidade e de completa dependência de Deus.

Na hora difícil de grande necessidade e angústia, o próprio Jesus, no Jardim do Getsêmani, dirigiu-Se a Deus com a expressão “Abba”. Era simplesmente a demonstração de um relacionamento vivido por Ele. Falou com Seu Pai com simplicidade, intimidade e confiança.

Nós, como filhos adotivos de Deus, também podemos nos aproximar com ousadia, e em nossos momentos de incerteza e desespero chamá-Lo de “Pai”.

“Para fortalecer-nos a confiança em Deus, Cristo nos ensina a dirigirmo-nos a Ele por um nome novo, um nome enlaçado com as mais caras relações do coração humano. Concede-nos o privilégio de chamar o infinito Deus de nosso Pai. [...] Pronunciado ao pedir Seu favor ou bênçãos, soa-Lhe aos ouvidos como música” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 141, 142).

Arrependimento É o Primeiro PassoEditar

Vocês devem mudar seus corações e suas mentes e crer nas boas-novas. Marcos 1:15, Phillips

Na luta contra o pecado, cada um de nós se sente preso na armadilha de pecar e confessar, pecar e confessar, uma e outra vez. Será que podemos quebrar esse ciclo de levantar e cair, tentar andar e tropeçar, confiar e desanimar? A boa notícia é que as cadeias podem ser quebradas, o jugo pode ser desfeito e as amarras podem ser cortadas. Não interessa há quanto tempo você esteja nesse caminho, detido e enroscado, em atitude de derrota.

Se você perguntar como vencer isso, muitos programas de autoajuda, psicólogos, educadores e agentes sociais vão oferecer respostas aparentemente positivas. Mas somente Deus tem a saída. É uma palavra bonita, pouco ouvida em nossos dias: arrependimento. Foi a palavra com a qual Jesus iniciou Seu ministério.

Vamos começar explicando o que o arrependimento não é. Não é aquele sentimento de: “Que pena que fui descoberto.” “E agora como vou encarar meus pais?” “E a minha família?” “E minha reputação?” Não é apenas temer as consequências do erro. Você já teve que assinar uma multa reconhecendo excesso de velocidade? Você lamentou estar correndo demais, colocando em risco sua vida e a de outros, ou o fato de ter que pagar a multa? Você pode até chorar enquanto está dizendo que estava errado, sem, no entanto, se arrepender.

Arrependimento é uma nova maneira de pensar. Não é apenas se desviar do mal, mas tomar nova direção. É aquela placa de retorno que traz alívio quando erramos o caminho, quando passamos do trevo de saída, quando deixamos de ler o mapa, de ver ou escutar o GPS. É quando deixo meu caminho e sigo no caminho de Deus. É me afastar do pecado e me aproximar dEle. Isso pode ser feito agora. Fale com Deus, Ele vai ajudá-lo a dizer: “Lamento muito o que fiz. Não devia ter feito. Ajuda-me a reparar da melhor forma possível o mal feito.”

Deus simplesmente dirá: “Tome o próximo retorno. Mude de direção. Venha a Mim.”

Não haverá cobranças, censuras, nem recriminações. Apenas celebração: “Há alegria no Céu por um pecador que se arrepende.”

“É só um passo, uma decisão, um aceno / Pra sua vida encontrar valor que é pleno / Sair em busca de um tesouro / Trocar o velho pelo novo / Descobrir que a vida pode ser tudo aquilo que não foi” (É Só Um Passo, letra e música de Jader Santos).

Graça EntronizadaEditar

Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. Hebreus 4:16

Trono é símbolo de realeza e autoridade. Tronos são ocupados por reis e monarcas que enfeixam nas mãos muito poder. Imaginamos o trono como lugar de difícil acesso, de possibilidade de aproximação muito remota. Se você já teve a oportunidade de estar em uma audiência com alguma autoridade, conhece o cerimonial e a formalidade que cercam a visita a uma pessoa assim. Para começar, as entrevistas são conseguidas a muito custo. São entrevistas solicitadas e “mendigadas”, com tempo bastante limitado, e dependem muitas vezes de um bom intermediário.

Antes de chegar à sala de audiência, você passa por várias antessalas, onde sua paciência é testada pelo tempo que fica aguardando. Para mim, essas salas, em lugar de nos deixar tranquilos, nos enchem de ansiedade, colocando a pessoa que vamos visitar num patamar mais elevado, e nós, como os “privilegiados” que se aproximam de alguém altamente inacessível.

E ali na sala de audiência está a autoridade com a qual queremos falar, acompanhada de dois adjuntos, uma secretária e dois oficiais. A conversa que era de caráter pessoal acaba sendo escutada por outros. Falta a privacidade que você gostaria de ter recebido.

Em contraste com a formalidade de uma audiência assim, todos os seres humanos são convidados a se aproximar do lugar mais importante de todo o Universo: o trono da graça de Deus, levando até ali seus pedidos.

Ao orarmos, não percamos de vista o fato de que é por meio da oração que entramos na “sala de audiência de Deus”. Vamos conseguir o que o povo israelita sempre quis, durante muito tempo: acesso livre e direto a Deus; liberdade de aproximação.

Quando ouvimos a expressão “trono da graça”, o coração se enche de confiança. É um lugar de onde nascem e fluem todas as bênçãos. Para essa audiência, todos os seres humanos são gentilmente convidados. E quem nos convida é o Criador de todas as coisas! Convida-nos para entrar em Sua presença e nos aproximar do trono da graça.

Diante do soberano do Universo, pobres pecadores podem ter acesso e se apresentar com ousadia, com confiança e certos de que vão ser atendidos.


José Maria Barbosa Silva

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