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LUC. 6.27-31

- Como é possível alguém amar um inimigo? - Como amar quem me fez o mal? Quem falou mal de mim ao meu chefe? Quem insinuou coisas vergonhosas a meu respeito? Quem interpretou mal minhas palavras para aproveitá-las contra mim? - Como amar um amigo que trai sua confiança? Uma esposa que o trai com outro homem? Uma pessoa que vive no seu pé, esperando você cair para que ela possa destruí-lo? Diante de alguém muito mal é possível Ter amor? NOSSO CORAÇÃO É MUITO EGOÍSTA. POR ISTO ESTAMOS SEMPRE RETRIBUINDO O MAL COM O MAL. IJ 86.306

  • As árvores quando são atacadas por insetos, devolvem toda sua raiva sobre estes para que possam sobreviver. As folhas dos loureiros e de pepinos segregam substâncias que podem matar imediatamente os insetos agressores. A vara de ouro fabrica produtos químicos ativados à luz, que geralmente produzem aberturas nas paredes celulares dos insetos.

JOSÉ Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor. Houve um, entretanto, de caráter grandemente diverso – o filho mais velho de Raquel, José, cuja rara beleza pessoal não parecia senão refletir uma beleza interior do espírito e do coração. Puro, ativo e alegre, o rapaz dava prova também de ardor e firmeza moral. Escutava as instruções do pai, e gostava de obedecer a Deus. As qualidades que depois o distinguiram no Egito – gentileza, fidelidade e veracidade, já eram manifestas em sua vida diária. Morrendo-lhe a mãe, suas afeições prenderam-se mais intimamente ao pai, e o coração de Jacó estava ligado a este filho de sua velhice. Gên. 37:3. Jacó imprudentemente manifestou sua preferência por José, e isto provocou a inveja dos outros filhos. Por que os irmãos de José o odiavam? 1- Testemunhando José a má conduta dos irmãos, ficava grandemente incomodado; arriscou-se delicadamente a chamar-lhes a atenção, mas isto apenas suscitou ainda mais o seu ódio e indignação. 2- Não podia suportar vê-los a pecar contra Deus, e apresentou esta questão a seu pai, esperando que sua autoridade os pudesse levar a corrigir-se. 3- Jacó evitou cuidadosamente suscitar a ira deles pela aspereza e severidade. Com profunda emoção exprimiu sua solicitude pelos filhos, e implorou que lhe respeitassem os cabelos brancos, e não trouxessem o opróbrio a seu nome, e, acima de tudo, que não desonrassem a Deus com tal desrespeito a Seus preceitos. 4- Envergonhados de que sua impiedade fosse conhecida, os moços pareceram estar arrependidos, mas tão-somente esconderam seus verdadeiros sentimentos, que se tornaram mais amargos ao serem patenteadas as suas faltas. 5- O indiscreto presente do pai feito a José, de um manto, ou túnica, de grande preço, tal como a usavam comumente pessoas de distinção, pareceu-lhes outra prova de sua parcialidade, e provocou-lhes a suspeita de que ele tencionava preterir seus filhos mais velhos e conferir a primogenitura ao filho de Raquel. * O casaco de muitas cores era uma túnica longa de delicada tessitura, com mangas, e própria para jovens príncipes ou nobres, que não eram designados para o trabalho subalterno do campo ou da casa. CBD 31. 6- Sua maldade ainda mais aumentou ao contar-lhes um dia o menino um sonho que tivera. Gên. 37:7. Logo teve outro sonho, de idêntica significação, que também relatou: Gên. 37:9. Este sonho foi interpretado tão facilmente como o primeiro. Apesar da severidade aparente de suas palavras, Jacó acreditava que o Senhor estava revelando o futuro a José. * Seja simples como as pombas, mas prudente como as serpentes. Há certas coisas que não precisam ser ditas! 7- Achando-se o rapaz perante os irmãos, brilhando seu belo rosto pelo Espírito de inspiração, não puderam deixar de admirá-lo; porém não optaram pela renúncia de seus maus caminhos, e odiaram a pureza que lhes reprovava os pecados. O mesmo espírito que atuava em Caim, abrasava-se em seus corações. Com o coração alegre José despediu-se de seu pai, não sonhando o idoso varão e nem o jovem, o que aconteceria antes que de novo se encontrassem. A inveja e a vingança, durante muito tempo secretamente acalentadas, agora os dominavam. “Matemo-lo”. Teriam executado seu intento, se não fora Rúben. Propôs que José fosse lançado vivo em uma cova, e ali deixado a perecer, sendo, entretanto, seu intuito secreto, livrá-lo, e devolvê-lo ao pai. Tendo persuadido todos a consentirem neste plano, Rúben deixou o grupo, receando que não pudesse dominar seus sentimentos, e fossem descobertas suas verdadeiras intenções. José chegou, sem suspeitar do perigo, mas aterrorizou-se pela ira e olhares vingativos que encontrou. Agarraram-no e tiraram-lhe a capa. Zombarias e ameaças revelavam um propósito mortal. Seus rogos não foram atendidos. Alguns deles, porém, não estavam à vontade, não sentiam a satisfação que tinham tido em perspectiva pela sua vingança. Vendê-lo: Ao mesmo tempo em que ele seria eficazmente posto fora de seu caminho, permaneceriam limpos de seu sangue. Com esta proposta todos concordaram, e José foi rapidamente tirado da cova. Ao ver ele os mercadores, a terrível verdade passou como relâmpago por seu espírito. Tornar-se escravo era uma sorte para se temer mais do que a morte. Na aflição do terror apelou para um e outro de seus irmãos, mas em vão. Alguns foram movidos de dó, mas o medo de caçoada conservou-os em silêncio; todos achavam que haviam então ido longe demais para desistirem. Se José fosse poupado, sem dúvida relataria o feito deles ao pai, que não deixaria de tomar em consideração a sua crueldade para com o filho predileto.

  • Não foi o acaso, mas a providência, que encaminhou esses midianitas ao poço naquela hora. Eles tinham planejado a sua viajem de acordo com os seu interesses naturais de comerciantes. Mas, sem que soubesse, estavam viajando segundo uma programação divina. Tudo na vida é dirigido e controlado pela presença divina.

22 anos depois. Seu nome hebreu tinha sido mudado por outro, concedido pelo rei; e pouca semelhança havia entre o primeiro-ministro do Egito e o rapaz que haviam vendido aos ismaelitas. Quando José viu os irmãos curvarem-se e fazerem-lhe mesuras, seus sonhos vieram-lhe à mente, e as cenas do passado surgiram vividamente diante dele. – Por que José provou seus irmãos? 1- Seu olhar penetrante, examinando o grupo, descobriu que Benjamim não estava entre eles. Teria ele também caído como vítima da traiçoeira crueldade daqueles homens ferozes? 2- Decidiu-se a saber a verdade. 3- Desejou saber se possuíam o mesmo espírito altivo que tinham quando com eles estava; 4- e bem assim tirar deles alguma informação com relação à sua casa; 5- bem sabia, contudo, quão enganadoras poderiam ser as suas declarações. Repetiu a acusação, e eles replicaram: Gên. 42:10 e 13. Dizendo-se estar em dúvida quanto à veracidade de sua história, e considerá-los ainda como espias, o governador declarou que os provaria, exigindo deles que ficassem no Egito até que um deles fosse e trouxesse seu irmão mais moço. Se não consentissem nisto, deveriam ser tratados como espias. Decidiram-se a ficar e sofrer juntos, em vez de trazerem novas tristezas ao pai pela perda do único filho que lhe restava. Em conformidade com isto foram lançados na prisão, onde ficaram três dias. Durante os anos em que José estivera separado dos irmãos, estes filhos de Jacó se haviam mudado em seu caráter. Invejosos, turbulentos, enganadores, cruéis e vingativos tinham eles sido; mas agora, quando provados pela adversidade, mostraram-se abnegados, leais uns para com os outros, dedicados ao pai, e, sendo eles homens de idade mediana, sujeitos à sua autoridade. Os três dias na prisão egípcia foram de amargurada tristeza, ao refletirem os irmãos em seus pecados passados. Gên. 42:18-20. Esta proposta concordavam em aceitar, exprimindo embora pouca esperança de que seu pai deixasse Benjamim vir com eles. José se comunicara com eles mediante um intérprete, e, não fazendo idéia que o governador os compreendesse, conversavam livremente um com outro em sua presença. Acusavam-se com relação ao tratamento que deram a José. José, ouvindo, não pôde dominar suas emoções, e saiu e chorou. À sua volta, ordenou fosse Simeão amarrado perante eles, e de novo entregue à prisão. No tratamento cruel a seu irmão, Simeão fora o instigador e principal ator, e foi por esta razão que a escolha recaiu sobre ele. Gên. 42:28 – pois que deveriam considerar isso como um bom sinal da parte do Senhor, ou permitira Ele que tal acontecesse para os castigar de seus pecados e mergulhá-los ainda mais na aflição? Reconheciam que Deus vira seus pecados, e que agora os estava castigando. José ordenou que fossem levados para sua casa. Tendo recuperado o domínio de si, voltou, e todos deram início ao banquete. A porção de Benjamim foi cinco vezes mais a de qualquer deles. Por este sinal de favor para com Benjamim esperava averiguar se o irmão mais moço era olhado com a inveja e ódio que para com ele foram manifestados. Supondo ainda que José não compreendia a sua língua, os irmãos conversavam livremente uns com os outros; assim teve ele boa oportunidade de conhecer seus verdadeiros sentimentos. Desejava ainda prová-los mais, e antes de sua partida ordenou que seu próprio copo de prata fosse escondido no saco do mais moço. Gên. 44:4 e 5. Supunha-se possuir aquela taça o poder de descobrir qualquer substância venenosa na mesma colocada. Naquele tempo, taças desta espécie tinham alto valor como salvaguarda contra o assassínio pelo envenenamento. Gên. 44:15. José tencionava extorquir-lhes o reconhecimento de seu pecado. Nunca pretendera o poder de adivinhação, mas queria fazê-los crer que podia ler os segredos de suas vidas. Em sua profunda angústia Judá aproxima-se então do governador, e exclama: Gên. 44:18, 30-34. José estava satisfeito. Vira em seus irmãos os frutos do verdadeiro arrependimento. “Eu sou José; vive ainda meu pai?” Gên. 45:3. Às vezes queremos que o centro do Universo sejamos nós. Que todas as pessoas, que todos os acontecimento e que Deus vivam para nos satisfazer e nos trazer a felicidade. O cristão convertido enxergará que somos muito importantes, mas Deus é o centro de tudo. Nossa vida faz parte de Seus grandiosos planos. Vivemos orbitando à Sua volta. Somos uma parte não o centro ou o todo da realidade. Almanaque Abril 98. Gên. 45:6-15. Confessaram humildemente seu pecado, e rogaram perdão. Haviam muito tempo sofrido de ansiedade e remorso, e agora regozijavam-se de que ele ainda estivesse vivo. Outro ato de humilhação restava aos dez irmãos. Confessaram agora ao pai o engano e crueldade que durante tantos anos haviam amargurado a sua vida e a deles. Jacó não suspeitara serem capazes de pecado tão vil, mas viu que tudo tinha sido encaminhado para o bem, e perdoou e abençoou seus filhos erradios. MAHATMA GANDHI

  • Em 1947 alguém procurou matá-lo com uma bomba caseira. Após o incidente ele disse: “Ninguém deve desprezar o desnorteado jovem. Provavelmente ele me considerava inimigo do hinduísmo”. E Gandhi pediu a seus seguidores que orassem pelo jovem. Um ano depois, às 17 h de 30 janeiro de 1948, Gandhi se dirigia ao local de oração onde 500 pessoas o esperavam. Quando todos se levantaram, ele os cumprimentou, sorriu e começou a subir a plataforma de madeira onde usualmente se assentava. Um brâmane de linhagem depressa atravessou a multidão até chegar à fila da frente. Aí ele se curvou. Depois, metendo a mão no bolso da jaqueta que usava tirou uma pistola e atirou 3 vezes contra Gandhi. “Oh Deus” suspirou Gandhi, caindo já morto ao chão. Seus seguidores enfrentaram a perda de seu líder da mesma forma como ele o faria: resignados. Se Gandhi tivesse sobrevivido, ele perdoaria mais uma vez seu inimigo.

APRENDA COM SEUS INIMIGOS A MELHOR MANEIRA PARA VIVER. JOHN WANAMAKER IJ 83 198.

  • John dirigiu-se a uma loja para comprar o melhor presente que pudesse achar com os poucos dólares que possuía em seu bolso. Ao passar no caixa, ele começou a analisar a possibilidade de comprar outras coisas em lugar do que escolhera. O balconista ficou impaciente. Finalmente John disse: “Vou levar isto”. No momento em que o balconista estava fazendo o embrulho, John viu outra coisa que lhe parecia melhor, e aí pediu: “Por favor, moço, mudei de idéia; pode me embrulhar aquele em vez deste”. “Não dá pra trocar”- disse muito nervoso o balconista. “Você escolheu este e por isto irá levá-lo”. John foi para casa. Mas em vez de reclamar ou de revidar ele viu na atitude grosseira daquele rapaz uma idéia luminosa para sua vida. Quando tornou-se adulto, John tomou a decisão de montar uma loja em que as pessoas comprariam o que desejassem. A loja seria aberta ao público, todos escolheriam à vontade o que levar, e os balconistas seriam dedicados no atendimento aos consumidores. Ele os trataria como gostaria de ser tratado. Se alguém não ficasse satisfeito com o que houvesse comprado, poderia devolver e receber o dinheiro de volta. As pessoas em Filadélfia ficaram atônitas (naquele tempo todas as mercearias eram no estilo balcão). Os comerciantes previam que ele iria à falência. Mas o compradores começaram a correr para sua loja, e logo ele abriu outra maior. Não muito tempo depois ele tinha lojas por todos os EUA. Ele inaugurou o jeito moderno, atual de se fazer compras no supermercado.

Tudo porque ele decidiu fazer aos outros o que ele gostaria que os outros lhe fizessem. MAT. 7.12 Apelo: Ame aqueles que te odeiam, que não te amam.

Pr. Marcelo Augusto de Carvalho.

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