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Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão. Hebreus 9:22

Certa vez, um homem disse a um pastor adventista: “Há muitas coisas na Bíblia que aprecio, mas eu jamais poderia ser um cristão, pois há sangue demais no cristianismo. Noto que até os hinos que vocês cantam estão repletos de sangue”: “Jesus me remiu por Seu sangue” (Hinário Adventista, nº 209); “Oh! Fronte ensangüentada, em sofrimento e dor” (65); “Meu sangue ali verti, provando amarga dor” (172); “Seu sangue tem poder” (206). Outros hinos falam na morte de Jesus na cruz, na Sua mão ferida, no Seu sacrifício, na Sua angústia e dor.

No Antigo Testamento lemos a respeito de muitos sacrifícios sangrentos. Por ocasião da dedicação do Templo de Salomão foram mortos 22.000 bois e 120.000 ovelhas (1Rs 8:63). Na Bíblia são abundantes as expressões “sangue de cabritos, sangue de bodes e de bezerros, sangue dos sacrifícios, sangue da aliança, sangue do Cordeiro, e muitas outras. “Quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hb 9:22).

Por que isso é necessário? É Deus uma divindade sedenta de sangue?

A verdade é que Deus jamais pretendeu que houvesse derramamento de sangue. Se Adão e Eva não tivessem pecado, nenhuma gota de sangue teria sido derramada. Mas, por causa do pecado, foi estabelecido o sistema sacrifical, para ensinar aos pecadores que o salário do pecado é a morte, e que o próprio Deus Se ofereceria em sacrifício a fim de tornar possível a salvação dos pecadores.

Além disso, ao derramar o sangue de um animal inocente, o pecador deveria sentir pesar porque um animal inocente estava pagando a culpa de um pecador, e esse animal representava o Filho de Deus, que derramaria Seu sangue para salvar a humanidade.

Nos tempos do Antigo Testamento Deus enviou profetas ao Seu povo, com a mensagem: “De que Me serve a Mim a multidão de vossos sacrifícios? – diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não Me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes” (Is 1:11).

Deus não é uma divindade sedenta de sangue, exigindo constantes sacrifícios. Teria sido menos penoso para Ele se houvesse outra maneira de salvar o pecador a não ser através do sangue derramado de Seu Filho, tipificado pelos sacrifícios de animais no Antigo Testamento.

Mas não havia outro plano. Era esse ou a morte eterna do pecador. Graças a Deus pelo Seu infinito amor por nós!


MM.CPB.2010

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