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Visão Nova

Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo! João 9:25 “Eu era cego e agora vejo.” Essa deveria ser a manifestação de alegria de todo aquele que se encontra com Cristo. O ex-cego não sabia explicar muito bem os procedimentos que Jesus usou para curá-lo. Não sabia quase nada nem mesmo sobre a pessoa de Jesus. Não estava preocupado se o mesmo milagre tinha sido realizado na vida de outros, mas sabia do que tinha acontecido consigo. “Encontrei-me com um homem que mudou minha vida.” Ele não se demorou muito sobre seu passado, sobre sua família e nem sobre o local em que tinha vivido, como fazem alguns ao contar sua história de conversão. Há muitos que nessa hora se sobressaem como heróis: eram os piores fumantes, os bêbados mais beberrões, assaltantes com mais assaltos e os traficantes mais temidos. No fim da reunião, todos saem falando mais dele ou dela do que de Jesus. O jovem que tinha sido curado disse apenas: “Eu era cego e agora vejo. Um homem chamado Jesus abriu meus olhos, tirou-me da escuridão, deu novo sentido à minha vida.” Jesus fez diferença na vida daquele homem, e isso é verdade hoje também. Ele ainda faz diferença na vida de muitas pessoas. Esse é o trabalho da graça de Deus no coração. Entre os séculos 19 e 20, antes da chegada da eletricidade, uma das profissões era a dos acendedores de lampiões de gás nas ruas. À tardezinha, eles saíam acedendo os lampiões que estavam nas ruas e nas esquinas, e pela manhã, um pouco antes de o sol nascer, faziam o mesmo trajeto apagando essas luzes. Um dia, um desses acendedores se tornou cristão. Num encontro que teve com os colegas de trabalho, um deles pediu que ele contasse como tinha sido sua conversão. Sem ter palavras adequadas para contar a experiência, ele disse: “Olha, foi mais ou menos como acontece em meu trabalho de manhã, apagando os lampiões: atrás de mim tudo está escuro, à minha frente tudo está brilhante.” “Oh, graça excelsa de Jesus! Perdido, me encontrou! / Estando cego, me fez ver, da morte me livrou!” (Hinário Adventista, nº 208).

José Maria Barbosa Silva

A Importância das Coisas Pequenas

E se alguém der mesmo que seja apenas um copo de água fria a um destes pequeninos, [...] não perderá a sua recompensa. Mateus 10:42 Algum tempo atrás, o jornal San Francisco Post publicou a história do contador de uma empresa de comércio atacadista daquela cidade que durante três semanas tentou fechar o balanço da firma e não conseguiu descobrir por que faltavam 900 dólares. Depois de várias tentativas, pediu ajuda ao gerente e, juntos, examinaram os livros – mas lá permaneciam os 900 dólares de débito. A quantia registrada deveria ser de 1.000 dólares e não 1.900. Depois de minucioso exame, eles descobriram que uma mosca tinha sido prensada entre as páginas do livro e uma de suas pernas acabou transformando o primeiro zero de 1.000 em 9, passando assim de 1.000 para 1.900. Não diga, então, que as coisas pequenas não são importantes! Em Seu ministério, Jesus salientou a importância das coisas pequenas. Na multiplicação dos pães, a matéria-prima do garoto eram apenas cinco pães e dois peixes, e, mesmo assim, Ele alimentou a milhares. Para valorizar o que era pequeno, depois do milagre, Jesus pediu que as sobras fossem recolhidas. Ele falou dos pequenos pássaros: “Não se vendem cinco pardais por duas moedinhas? Contudo, nenhum deles é esquecido por Deus” (Lc 12:6). E prosseguiu: “Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados” (v. 7). Em Suas parábolas, Jesus também deu ênfase às pequenas coisas. Na parábola do grão de mostarda (Mt 13:31, 32), Ele conta como a menor das sementes pode ser uma representação do crescimento do reino de Deus. Falou também do fermento e sua atuação silenciosa, espalhando-se por toda a massa. Por que não podemos pensar nas pequenas mudanças, em lugar de mudanças radicais? Por que não apreciar não apenas as grandes bênçãos, mas também as pequenas bênçãos? Por que não colocar em nosso dia a dia pequenos gestos espontâneos de bondade? Um autor desconhecido escreveu o seguinte: “Davi tinha uma funda, Sansão uma queixada de jumento (que não é tão pequena), Raabe uma corda, Maria um perfume, Arão um bordão, Dorcas uma agulha. Todos foram usados por Deus.” “A vida não se compõe de grandes sacrifícios e maravilhosas realizações, mas de pequenas coisas. Bondade, amor e cortesia são as características do cristão” (Ellen G. White, Este Dia com Deus [MM 1980], p. 142). Coisas pequenas podem fazer grande diferença no fim do dia.

José Maria Barbosa Silva

Precisamos de Torcedores

Encorajem-se uns aos outros todos os dias durante o tempo que se chama “hoje”. Hebreus 3:13 A Escola Fundamental anunciou a apresentação de uma peça e Tiago se apresentou voluntariamente para ser um dos personagens. A mãe temia que ele não fosse escolhido. No dia em que distribuíram os papéis dos personagens, ela foi buscá-lo com medo de que ele estivesse desapontado. Quando Tiago viu a mãe, correu para ela e, com os olhos brilhando de empolgação, disse: “Adivinha, mãe! Fui escolhido para bater palmas e torcer!” Diz Carlos Drummond de Andrade em uma pequena crônica intitulada “Torcida por você”: “Mesmo antes de nascer já tinha alguém torcendo por você. Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe e o bom humor do pai. Estavam torcendo para você nascer perfeito. Daí em diante, continuaram torcendo.” E termina dizendo: “Muita gente ainda torce por você.” É verdade. Quem não tem um torcedor? Não estou falando de times que têm torcedores fanáticos que, com buzinas, bandeiras e gritos de guerra, acompanham o time em todos os jogos. Estou me referindo a alguém que acredita e torce por nós, e grita: “Vamos! É isso aí! Você vai conseguir!” Quem já não sentiu ânimo quando ouviu a voz de incentivo dos amigos, dos pais, dos professores e chefes? O senso de que temos valor diante de outros é muito importante para nós. Significa que não estamos sozinhos! Encorajar é estar lado a lado, ter confiança na habilidade da pessoa para fazer alguma coisa; é quase empurrá-la para uma decisão. Há determinados momentos na vida em que desejamos que apareça alguém que dê esse empurrão na gente, em algum projeto que estamos empreendendo, para que saibamos que não estamos sozinhos. É assim que se colocam diante das pessoas expectativas bonitas e animadoras como as dos pais diante dos filhos, professores diante de estudantes, patrões diante de empregados, treinadores diante de jogadores e médicos diante dos pacientes. Essas expectativas capacitam as pessoas além de suas fragilidades e imperfeições para uma mudança de comportamento. Por meio de nossa companhia, escutando, demonstrando hospitalidade, orando, dando um abraço, enviando um e-mail e estando presentes, podemos dizer que estamos “torcendo” por alguém. A quem você pode animar hoje, dizendo: “Estou torcendo por você”?

José Maria Barbosa Silva

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