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Na cidade de Nova York, onde podemos encontrar toda espécie de filosofia imaginável, certo homem tinha atraído para junto de si umas 50 pessoas. Ele se propôs ousadamente provar dentro de cinco minutos que Deus não existia, que era um mito, um simples, produto da imaginação humana. Ele dizia que se Deus o prostrasse morto dentro de 5 minutos, então era porque Deus existia. Findos os 5 minutos, exclamou para a multidão: "Como podem ver, Deus não existe!" O desafio deste homem não é uma prova a favor do ateísmo. Por quê? Porque Deus não é um assassino. Ele não deseja matar nem mesmo um presunçoso ímpio. Deseja sim salvá-lo. As predições da Sagrada Escritura, ao contrário, constituem uma prova da existência de Deus. Como subsídio, consideremos o milagre do corpo humano, como por exemplo um dos seus complicados organismos: o cérebro. Com sua memória e consciência, seu poder de pensar e tomar decisões, este cérebro só poderia ter sido originado por um ser superior. Este ser é Deus.

Nosso insondável Universo com suas incontáveis estrelas revolvendo com espantosa velocidade e com precisão matemática em suas órbitas são uma prova irrefutável de que Deus existe. Ele desafia o incrédulo com as seguintes palavras: (Isa. 46:9 e 10.) Sim, o eterno Deus prova, pelas profecias, Sua existência ao homem,. Estas profecias testificam do fato de que Ele dirige nosso mundo, e que em Suas mãos está o destino de toda a raça humana. A profecia bíblica oferece uma segura esperança de um mundo melhor em meio ao turbulento tempo em que vivemos. Há com toda a segurança um feliz fim para os nossos muitos problemas.


O MUNDO NA ENCRUZILHADA


O presidente Eisenhower, falando recentemente numa importante assembléia de mulheres disse: "Uma guerra atômica significará total destruição.... O mundo está numa encruzilhada." Sim, prezado ouvinte, o mundo está sem dúvida numa encruzilhada, e numa encruzilhada está cada ser humano: você e eu. Se a humanidade hoje enfrenta problemas insolúveis nos diferentes campos de atividade, pertence-lhe a culpa. Esta não cabe à Natureza ou ao mundo animal, mas à humanidade. É o ser humano mesmo que forja o seu próprio destino para o bem ou para o mal. Unicamente o homem com suas faculdades mentais degeneradas pelo pecado levou o mundo à encruzilhada em que se encontram presentemente as nações. Um eminente cardeal expressou este pensamento nas seguintes dramáticas palavras: "Temos que escolher entre a paz e a destruição da civilização." Mas está o homem em condições de fazer a escolha correta nesta encruzilhada? Perguntamo-nos a nós mesmos: "Que é o homem afinal?" Alguém definiu-o desta maneira: "O homem é uma criatura surpreendente. Tão surpreendente que é bondoso ao mesmo tempo que mau. Agasalha tão nobres ambições e possui tão pouca habilidade para levá-las à termo. Tanta filantropia manchada com tanto egoísmo."

Robert Barnes, famoso poeta escocês, definiu o homem de maneira bem humorada: "Oh, bom Deus, que é o homem? Embora tenha uma expressão inocente, tudo que procura fazer é espalhar seus embustes e ciladas. Quanto há em sua natureza de profundo e superficial, de bom e mau! Tudo nele não é mais que um problema e um quebra-cabeças para o diabo." Em artigo para um importante jornal de Santiago do Chile, um escritor disse: "Os solteiros desejam casar; os casados querem se divorciar. O agricultor quer que o preço do trigo suba; os consumidores desejam que o preço do pão baixe. Todos pedem coisas contraditórias. Querem ao mesmo tempo que o governo aumente os gastos e baixe os impostos. Querem mais salário e menos horas de trabalho. Querem apossar-se do alheio, e ao mesmo tempo conservar o que lhes pertence." Poucas são os que tomam tempo para pensar; a grande maioria simplesmente segue a multidão sem se deter para pensar se algo está certo ou errado. Correm assim o risco de crer que a verdade é mentira e a mentira verdade. Com razão nos adverte o Sagrado Livro: (Sal. 146:3) O homem pensante, para fazer uma decisão correta na presente encruzilhada, deva analisar sua conduta à luz da lei moral. Deve ele fazer a si mesmo a seguinte pergunta que nos sugere esta historieta bem humorada: "Supondo que tiveste apenas quinze minutos para viver," perguntou a famosa revista Art, a várias notabilidades francesas, "que espécie de última mensagem daria a seus concidadãos?" O grande novelista François Mauriac, que conquistou o prêmio nobel de literatura, respondeu: "Homem, afaste-se de mim; deixe-me só, face a face com a eternidade que ainda não pude enfrentar desde que pisei este mundo." Sim, nestes tempos solenes deve o homem buscar ocasião de enfrentar os mais importantes problemas do ponto de vista do Criador de todas as coisas. A Bíblia diz: (I Tess. 5 :21 e 21) Cito ainda: "Não havendo profecia, o povo se corrompe." Prov. 29:18. Isto significa que os desprezadores da profecia ficarão com a mente confusa, desorientados e finalmente se perderão. O Criador considera muito bem a tremenda necessidade do homem de sabedoria mais que simplesmente humana. Ele tomou providências pala enfrentar as frustrações e o temor do homem quanto ao futuro com profecias inspiradas que lhe indicam o caminho a seguir. Para isto Cristo fez algumas claras predições, conforme encontramos registadas em S. Mateus, capítulo 24. Pouco antes de Sua crucifixão os discípulos Lhe perguntaram: (S. Mat. 24:3) O fato de os discípulos perguntarem a Jesus a respeito do Seu segundo advento, do fim do mundo e do surgimento de um mundo novo, sugere a idéia de que Ele lhes falara em outras ocasiões sobre estes importantes acontecimentos. O Senhor satisfez ao deseje dos discípulos, bem como de todos os Seus seguidores através dos séculos, predizendo-lhes, como sinal do fim do mundo, certos acontecimentos astronômicos. Disse que esses acontecimentos seriam inquestionavelmente sinais que precederiam Sua segunda vinda e o fim do mundo.

Sinais nos Céus

Dediquemos algumas considerações a essas profecias: (S. Mat. 24:29-31) O primeiro desses sinais no céu vem "depois da tribulação daqueles dias," o que se refere à inquisição na Europa que terminou por volta do século XVIII. Esses mesmos sinais anunciadores da Segunda Vinda de Cristo são também profetizados no livro de Apocalipse. Este livro foi escrito pelo apóstolo S. João cerca do ano 96 A. D. Este antigo santo, através de revelação, divide toda a História da era cristã em sete períodos histórico-proféticos chamados "sete selos," ao qual nos referiremos mais detalhadamente mais tarde. Sob o sexto selo, que representa o nosso século, favorecido pelo progresso da moderna Ciência, embora torturado pelo temor e insegurança, lemos o seguinte: (Apoc. 6:12, 13, 15 e 16) S. João revela aqui três sinais astronômicos: o escurecimento do Sol, da Lua, e a queda das estrelas. Esses acontecimentos seriam precedidos por um grande terremoto. Temos dois pontos de partida proféticos para localizar esses sinais do céu: Primeiro, apareceria depois de um grande terremoto; segundo, depois de "grande tribulação," o que os interpretadores reconhecem como sendo o fim da Inquisição européia, por volta do século XVIII. Justo ao término da Inquisição, em 1º de novembro de 1755, todo o mundo foi sacudido com as novas de um terremoto, o maior até então registado na História, e mesmo até ao presente. Ele é conhecido como o grande terremoto de Lisboa, porque os seus mais terríveis efeitos se fizeram sentir na capital portuguesa, embora sua influência incluísse três continentes. Cerca de 70.000 pessoas pereceram na cidade de Lisboa como resultado deste terrível terremoto. Ocorreu no "Dia de Todos os Santos," e milhares estavam reunidos àquela hora em diferentes igrejas. Estes ficaram soterrados nos escombros produzidos pela destruição. Como já dissemos, o efeito do terremoto alcançou três continentes: todo o Sul da Europa, a parte norte da África e o próximo oriente da Índia. Ele destruiu cerca de 355 cidades e vilas. Esta catástrofe devia ensinar ao homem que este mundo não é uma habitação segura e permanente. Em conexão com a profecia do terremoto de Lisboa, outro sinal astronômico teria lugar: o escurecimento do Sol. Este Sinal foi visível no Hemisfério Norte, e especialmente nos Estados Unidos, no dia 19 de maio de 1780, quando houve trevas totais desde às nove horas da manhã durante o dia todo. As galinhas procuraram os seus poleiros. Durante todo o longo dia houve necessidade de candeeiros para poder-se ler um jornal. Alguns poderão arrazoar que sempre houve períodos de escurecimento do Sol, o que é causado pela interposição da Lua entre a Terra e o Sol. De fato, tal fenômeno é conhecido como eclipse, e sua função é de apenas alguns minutos. Notem cuidadosamente, no entanto, que este escurecimento do Sol não foi um eclipse, pois a posição do Sol e da Lua era tal que não havia possibilidade de eclipse. Neste dia houve trevas o dia todo. O Dr. Timóteo Dwight, presidente da Universidade de Yale, foi um observador deste surpreendente fenômeno. Ele se refere ao fato nestas dramáticas palavras: "O legislativo de Connecticut estava em sessão. A Casa dos Representantes suspendeu os trabalhos por causa da escuridão e pelo temor de que houvesse chegado o dia do juízo. Foi proposto suspender o Conselho, o segundo corpo legislativo de Connecticut. "Quando se perguntou ao coronel Davenport sua opinião, ele disse: 'Sou contra. O dia do juízo pode estar-se aproximando ou não. Se não está, não há motivo para suspensão dos trabalhos; se está, prefiro ser encontrado cumprindo o meu dever. Desejo, portanto, que tragam luzes.'" – Connecticut Historical Collections, pág. 401. Tenham a bondade de notar que de acordo com esta profecia outro estupendo sinal astronômico ocorreria: o escurecimento da Lua. Isto ocorreu na noite seguinte ao “Dia Escuro”. Num céu completamente sem estrelas, a Lua cheia surgiu como um enorme disco de sangue. Milhares de pessoas creram que esses fenômenos do Sol e da Lua eram sinais proféticos da iminência do fim do mundo. O povo nas ruas chorava, orava pedindo a Deus perdão de seus pecados. Estes sinais fizeram profunda impressão em milhares que os testemunharam. O escurecimento do Sol e da Lua passaram para a História. Notem que cientistas crentes na Bíblia afirmam que a única explicação para esses sinais no céu é que ele indicam a aproximação do tempo em que Jesus Cristo há de voltar à Terra. Ele prometeu isto em relação com estas profecias. Jesus mencionou ainda outro milagre astronômico que haveria de ocorrer. Seria a queda das estrelas. Este acontecimento ia ter lugar na noite de 13 de novembro de 1833, e é conhecido como o maior chuveiro de meteoros de que se tem notícia. As estrelas caíam aos milhares, levando o pânico entre o povo que cria iria este maravilhoso sinal ser seguido pela Segunda Vinda de Cristo a este mundo. Leiamos alguns testemunhos existentes sobre este acontecimento: "Nesta ocasião as estrelas caíram do céu como flocos de neve.... A mais importante observação foi que elas pareciam vir da mestra região do céu, próximo à constelação de Leão." – New International Encyclopedia, Vol. XV, pág. 495. O astrônomo jesuíta Luís Rodes, diretor do Observatório de Ebre, Barcelona, diz: "Sem dúvida alguma, o mais esplêndido fenômeno celestial já testemunhado pela humanidade em toda a sua História, foi o do crepúsculo e da aurora de 13 de novembro de 1833." "Provavelmente o mais notável chuveiro meteórico até hoje visto foi o de Leônidas na noite que seguiu a 12 de novembro de 1833. Algumas estações meteorológicas estimam em mais de 200.000 meteoros por hora, durante cerca de cinco ou seis horas." – Charles A. Young, Astronomy Manual, pág. 469. O cumprimento destas profecias é certamente de pasmar. Em primeiro lugar, estes sinais deviam ocorrer no fim de um período conhecido como Idade Escura. Segundo, os milagres astronômicos deviam ser precedidos por um terrível terremoto. Terceiro, o escurecimento do Sol devia ter lugar, seguido do escurecimento da Lua, e finalmente a queda das estrelas. Suponhamos por um momento que estes sinais não tivessem ocorrido na ordem predita pela profecia, mas que o escurecimento do Sol tivesse tido lugar antes do grande terremoto. Não acham que os ateus teriam à mão um grande argumento contra as Sagradas Escrituras? O fato do cumprimento destes sinais do céu ter-se dado na ordem exata em que foi predita quase 2.000 anos antes, é outra prova da inspiração e infalibilidade do Santo Livro. Tal certeza devia nos encorajar a todos a investigar essas irrefutáveis verdades e abraçá-las de boa vontade.

Condições Sociais do Mundo

Notemos o que o Mestre da Galiléia disse em Seu sermão profético com referência às condições sociais que prevaleceriam no mundo após a queda das estrelas: (S. Mateus 24:37-39) Encontramos mais pormenores das condições do mundo antediluviano no primeiro livro da Santa Bíblia: (Gên. 6:5, 11 e 12) Embora a impiedade do homem fosse grande no tempo de Noé, os dias em que você e eu estamos vivendo são ainda de maior violência e crime. Os sociólogos sabem que se um remédio não for encontrado para os aflitivos males da sociedade, o mundo está condenado ao suicídio. No passado, atos de violência e vandalismo ocorreram em maior ou menor escala e eram cometidos quase exclusivamente por adultos, mas em nossos dias até os adolescentes são responsáveis por ações criminosas. Tomemos como exemplo a América. Menciono este país apenas porque suas estatísticas são mais completas e acuradas. Há sem dúvida outros países onde as condições são piores. Mais de um milhão de jovens americanos de ambos os sexos de menos de 21 anos de idade têm contas a ajustar com a polícia. Entre outros casos, 25 moças entre 13 e 17 anos organizaram um clube para perpetrar roubos em pontos comerciais numa cidade do Estado de Washington. Muitas dessas jovens não provêm, como se poderia supor, de lares pobres, mas de boas famílias. Dois meninos, no Estado de Arkansas, de 7 e 9 anos, deixaram seus leitos uma noite para roubar um posto de gasolina, enquanto seus pais estão-se divertindo num clube noturno. Noutro lugar um grupo de jovens soltaram os freios de vinte carros de um parque de automóveis, apenas pelo prazer de vê-los colidirem-se uns contra os outros. No Estado de Utah, uma jovem prostituta de 14 anos, depois de vários tipos dos policiais foi aprisionada, e queixou-se nas seguintes palavras: "Odeio os policiais. Lamento não ter morto um deles." As estatísticas mostram que a violência e a delinqüência juvenil são hoje um triste problema. Um editorial num dos mais importantes jornais diários chamou a atenção do público para o fato de que o vandalismo, a criminalidade e a corrução tornam insegura a vida. O editorial encerra-se com o seguinte comentário: "A vida nesta nação civilizada tem-se tornado tão perigosa como entre os nativos das selvas." O padrão moral do mundo é apavorante. Nos países onde não há divórcio, a infidelidade conjugal, a negligência do lar e o estabelecimento de lares ilegais estão na ordem do dia, juntamente com a prostituição, a busca insaciável de prazeres e o abandono das normas morais. A imoralidade é a característica predominante do século vinte. Dois livros escritos pelo renomado Dr. Alfredo C. Kinsey sobre moralidade pública têm sido amplamente discutidos. O autor, cujos auxiliares fizeram estudos de observação nos Estados Unidos, expôs suas conclusões surpreendentes após entrevistar 5.940 mulheres e 5.300 homens. O relatório do Dr. Kinsey revela que 83% dos homens e 50% das mulheres por ele entrevistados, tiveram experiência sexual anterior ao casamento. 50% dos homens casados e 26% das mulheres igualmente casadas admitiram haverem sido infiéis ao voto matrimonial. Se este é um quadro dos habitantes de todo o país e do resto do mundo, que diremos nós sobre isto? Desafortunadamente, algumas escolas filosóficas modernas ensinam que a moralidade é uma coisa relativa. O que é correto hoje pode não ser amanhã, e certo é que faz a maioria. Normas que governam o certo e o errado variam de um dia para outro. Essas escolas filosóficas são a conseqüência natural da doutrina do evolucionismo referente à origem do homem e do mundo, e suas idéias têm geral aceitação pela massa. Mas a respeito do que digam os homens, Deus é o Criador do mundo e dos seres humanos, e Sua santa lei governa hoje e sempre. O sétimo mandamento ainda diz: "Não adulterarás." E I S. João 3:4 nos diz que toda transgressão da lei é pecado. Para mostrar como a imoralidade tem aumentado, darei outro exemplo. Tempos atrás numa pequena cidade, dois jovens foram fazer um passeio com duas jovens, passando o dia no campo. Ao voltarem já bem tarde da noite, ... o seu carro colidiu com outro. Ficou provado que os jovens estavam bêbados. Morreram quase instantaneamente, e a polícia não conseguiu identificar as duas jovens. No dia seguinte a notícia do acidente foi irradiada. As mães cujas filhas não haviam voltado ao lar na noite anterior foram convidadas a vir ao necrotério a fim de identificar os corpos das duas jovens entre 18 e 20 anos de idade. Querem saber quantas mães compareceram ao necrotério? Nada menos que 75. Que significa isso? Significa simplesmente que naquela cidade nada menos que 75 jovens haviam passado a noite fora de casa sem que os pais soubessem por onde andariam. Se numa determinada noite fosse feita una averiguação em todas as cidades da Terra, podemos concluir que esta situação seria vista como de caráter universal. Mas, meus amigos, não é isto uma coisa horripilante? A principal causa desta gangrena social é que a religião, que é o fundamento da moralidade, está quase banida. Os filhos nascem e crescem num mundo privado de religião, moralidade, justiça e ordem. Não é de esperar-se que colhamos os frutos de nossa negligência enquanto muitos pais permitem que seus filhos cresçam sem que aprendam princípios religiosos? As instituições que procuram promover valores espirituais e morais, religiosos ou educacionais, são preferidos apenas por alguns, ao passo que a televisão, o cinema, o teatro, os clubes noturnos e outros são bem freqüentados. Lugares de divertimentos duvidosos têm sido causa do colapso da consciência. Eles impregnam a mente com pensamentos de crime, moralidade, vícios, etc., e o que é pior, lançam o ridículo sobre os altos ideais do casamento. Desde que o cinema e a televisão se tornaram tão populares, notou-se uma progressiva degradação do senso de moralidade e justiça entre o povo. Outro fator nos atuais dias de criminalidade é o aumento assustador de suicídios, especialmente entre figuras da sociedade. Há nos Estados Unidos uma média diária de 17 suicídios, ou seja cerca de um cada meia hora. Na Europa a onda de suicídios é ainda maior. Este mal está disseminara pelos quatro continentes. Segundo o relatório do chefe do Departamento Federal de Investigações dos Estados Unidos, Sr. J. Edgar Hoover, o custo do crime anda pelos 20 bilhões de dólares anualmente, dez vezes mais que o total despendido para o sustento de todas as igrejas dos Estados Unidos. Em outras palavras, o crime consome uma média de mais de dois bilhões de dólares por hora durante o ano todo. O que temos considerado prova o exato cumprimento da profecia de nosso Senhor Jesus Cristo sobre o fim da história do mundo. A mesma depravação do mundo antediluviano prevalece hoje. O câncer da corrução está presente em todas as nações sem exceção. Em vista disto podemos concluir que Deus e Seu Filho logo intervirão no destino do mundo. Somente Jesus fornece o bálsamo para a cura, mas não antes que o mundo seja feito novo.

A Encruzilhada Econômica do Mundo e o Mapa da Profecia

Consideremos agora uma profecia dada no primeiro século da Era cristã. Ela se refere a problemas político-econômicos do último estágio da história da Terra. A atual crise econômica desesperadora com que nos defrontamos é prevista pelas Sagradas Escrituras. Podemos ter hoje dinheiro suficiente para comprar uma casa, mas amanhã a mesma soma não dá para comprar uma peça de mobiliário da casa. Nossa única segurança se encontra na Palavra de Deus. Familiarizar-nos com a Santa Bíblia e construirmos sobre sua base vale mais que possuir no Banco uma grande soma de dinheiro. Nosso século científico, com sua indústria mecanizada tem gerado problemas econômicos como o mundo jamais experimentou antes. Esses desajustes econômicos foram previstos pelo apóstolo S. Tiago no ano 63 A. D. Disse ele: (S. Tiago 5:1-3) Notem, meus prezados, que nos últimos dias da história do mundo haveria acumulação de riquezas por parte de uma certa classe de pessoas. Segundo as estatísticas, havia apenas duas pessoas possuidoras de um milhão de dólares em 1900. Mal que vemos hoje? Há milionários em quase cada cidade do mundo. Jamais se viu tanta acumulação de riqueza como nos últimos anos. Vejamos o que diz o resto desta profecia. Quantos gostariam de saber o que foi predito 1900 anos passados com respeito a esta acumulação de riquezas em nossos dias? Vejo que todos desejam saber. Leio S. Tiago 5:4 O olho profético viu que no tempo do fim, que é o fim do mundo, os homens acumulariam grandes fortunas em virtude dos baixos salários que pagariam aos trabalhadores. É bem conhecido o fato de que o salário das classes trabalhadoras em muitas partes do mundo é bastante para morrer, mas não chega para viver. Esta profecia diz que os pobres mal pagos clamariam em desespero. Não estamos vendo isto hoje? Um homem feliz que ganhe o bastante para sustentar a família com dignidade não pensa em lutas de classe, greves, etc. Não estou aqui para atacar o Capital e o Trabalho. Ambos são necessários e se complementam. Há entre os capitalistas muitos filantropos nobres, assim como há entre líderes trabalhadores muitos ambiciosos. O que me interessa é provar-lhes o cumprimento desta convincente profecia. Meus amigos, ela é um sinal definido de que estamos vivendo nos últimos dias da História do mundo. É preciso que fique claro que todos estaremos sem desculpas neste tempo. Notem o que esta profecia apresenta como única solução para o presente atrito entre Capital e Trabalho: (S. Tiago 5:7-9) Qual a única solução para esses problemas entre Capital e Trabalho? O profeta diz que unicamente a vinda do Senhor mudaria o destino de nosso atribulado mundo. Esta profecia é dirigida aos "irmãos," isto é, os fiéis seguidores de Cristo que consideram irmãos todos os homens. Esta mensagem não é dirigida ao mundo em geral. O profeta pede que em meio aos conflitos econômicos os "irmãos" sejam pacientes até a Vinda do Senhor. Ele usa um símbolo para esclarecer que espécie de paciência devem ter. Eles são como o lavrador que semeia a semente, e então espera que a Natureza realize sua obra, de maneira que a semente germine, floresça e então produza o fruto. Da mesma maneira os filhos de Deus não devem odiar, nem serem vingativos ou rixentos de maneira a amargurarem sua própria experiência. Devem aguardar com paciência a Vinda de Cristo, a única solução prática. Quando os homens recorrem a lutas, e em casos extremos a revoluções, a fim de melhorar sua condição econômica, o preço do custo de vida sobe na proporção em que sobem os salários. Enfrentemos o fato: a ambição, a cobiça, tanto da parte do capital como do trabalho tornam impossível restabelecer uma economia saudável. Em segundo lugar, essas condições econômicas tão instáveis se agravam porque muitas nações desejam aumentar suas riquezas a custa de outras. A desconfiança cresce a tal ponto que uma nação não tem confiança na outra. Por outro lido o empregador não confia no empregado, ao mesmo tempo que o empregado não confia no patrão. Não admira que o apóstolo S. Tiago haja dito que só a intervenção de Cristo nos negócios do mundo traria justiça, riqueza e paz permanentes. Prezados amigos, todas estas profecias concernentes ao retorno de Cristo e o fim do mundo oferecem segurança sólida. Temos chegado à encruzilhada da vida e a única saída é indicada pelas Santas Escrituras. Somente elas podem fornecer a confiança que os cristãos necessitam. Vocês crêem nisto, meus amigos? Alguns cientistas e políticos podem declarar que unicamente um governo universal pode salvar da destruição a civilização atual. Outros afirmam que o poder temporal da igreja, como foi exercito durante a Idade Média, seria o remédio para a enfermidade do mundo. Mas as profecias da Santa Bíblia asseguram que o remédio não será um governo universal nem o poder temporal da igreja, mas a intervenção de Cristo em Sua Segunda Vinda! Os que dentre vocês crêem nisto, por favor, levantem a mão. Obrigado. Que Deus vos faça crescer nesta bendita esperança! Certa ocasião um homem disse a um evangelista: "Sr. Schubert, eu não creio no fim do mundo, isto é, na Segunda Vinda de Cristo. Isto não tem cabimento." Ele o examinava da cabeça aos pés. E continuou dizendo: "Sr. Schubert, penso que o senhor é um homem inteligente. Não compreendo como possa crer na Segunda Vinda de Cristo." Respondeu: – Perdão, senhor, mas o senhor representa uma das mais seguras provas do fim do mundo. – Como assim ? Ele replicou. – Permita que eu leia para o senhor o que afirmou o apóstolo S. Pedro: (II S. Pedro 3:3-5) Que disse S. Pedro? Que no últimos dias viriam homens escarnecendo da Segunda Vinda de Cristo, ignorando-a sem examinar a questão. Então o evangelista continuou a falar com aquele cidadão: "O senhor é um seguro sinal da Segunda Vinda de Cristo para libertar o mundo. Se todos crescem na Segunda Vinda de Cristo, S. Pedro teria dito a maior mentira." Vocês crêem nisso, meus amigos? É muito triste que as massas hoje voluntariamente ignoram estas verdades dos apóstolos.

Conclusão

Eu gostaria de passar a vocês um apelo de nosso Senhor Jesus Cristo. É um apelo aos que estamos vivendo à luz da profecia no tempo do fim. Leio: (S. Luc. 21:31 e 34) Prezados ouvintes, não permitam que o mundanismo e os cuidados desta vida lhes privem de sua eterna felicidade futura. Tomemos tempo para considerar o significado desta vida. Alguns dizem: "Eu sei que isto é verdade, mas não tenho tempo para coisas espirituais, porque estou muito ocupado cada hora do dia procurando ganhar a minha vida." Na fachada da entrada de um cinema, cinco palavras de fogo chamaram a atenção do povo: "O CÉU PODE ESPERAR." Este era o título do filme que ia ser exibido. O povo estava ansioso em filas esperando para entrar. Poucos, entretanto, percebiam o convincente sermão que sua atitude pregava. Sim, em vez de orar: "Venha o Teu reino," estavam procurando que o Céu esperasse. Este fato descreve bem os sentimentos de homens e mulheres de hoje. Embora muitos não expressem tal sentimento, manifestam-no em cada ação de sua vida diária. Muitos estão demasiado ocupados ganhando a vida. Não se detêm para ouvir a voz da consciência. Acumulam bens e dinheiro. Sempre encontram novas oportunidades para assegurar um confortável futuro. Mas amigos, o Senhor nos pede que O amemos sobre todas as coisas deste mundo. Ele reclama de vocês e de mim uma vida tal que possamos logo desfrutar um lar eterno no reino de Deus. Ali reinará a justiça, e não haverá mais guerras, nem pecado e nem morte. Ali desfrutaremos plenamente uma vida feliz num Universo onde não há limites de espaço ou de tempo. Amigos, eu sei que vocês desejam estar ali. Só podem estar ali pela graça de Deus! Mas estão vocês assegurado esta noite de que estão se preparando para estar ali? Esta pergunta só vocês a podem responder. Respondam-na agora mesmo!


Schubert

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